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Harrods encerra plano de compensação para sobreviventes de abuso sexual

Harrods encerra esquema de compensação a sobreviventes de abuso sexual após investigação interna ainda pendente, gerando críticas por motivações financeiras

Harrods set up the scheme after dozens of women came forward with allegations of abuse by the late entrepreneur going back as far as 1977.
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  • Harrods encerra o esquema de compensação para sobreviventes de abuso alegado pelo ex-proprietário Mohamed Al Fayed, com fechamento previsto para 31 de março, antes da conclusão da investigação interna.
  • A defesa dos sobreviventes critica a decisão, dizendo que houve motivação financeira e não de justiça.
  • Mais de 220 pessoas já buscaram o redress, e mais de 70 receberam compensação; submissões parciais continuarão a ser consideradas após a data.
  • O esquema foi criado em março do ano passado, para oferecer uma alternativa à litigância, sem avaliação médica e com base em evidências documentais; oferece indenizações de até £ 200 mil, com pagamentos adicionais para impacto no trabalho e custos de tratamento.
  • A polícia informou que 111 mulheres fizeram acusações contra Al Fayed, com a mais jovem possivelmente aos 13 anos; o esquema foi desenvolvido em conjunto com advogados e representantes das sobreviventes.

Harrods encerra o esquema de compensação para sobreviventes de suposto abuso sexual cometido pelo ex-proprietário Mohamed Al Fayed. O fechamento ocorreu na terça-feira, 31 de março, antes de a loja concluir a investigação interna sobre o que aconteceu e quem soube do caso.

A iniciativa, criada em março do ano passado, oferecia uma alternativa à via judicial para as sobreviventes. Mais de 220 pessoas já haviam participado do esquema, segundo a rede de varejo, com mais de 70 beneficiárias já recebendo pagamentos. A medida foi anunciada após a divulgação de um documentário da BBC sobre o tema.

Dois aspectos seguem em avaliação: o andamento da investigação interna da Harrods e as motivações por trás do encerramento do programa. O advogado Kingsley Hayes, representando quase 280 sobreviventes, questiona se a decisão não foi movida por fatores financeiros, antes de haver conclusão oficial sobre responsabilidades.

Detalhes do esquema e desdobramentos

O esquema foi desenvolvido com a MPL Legal e financiado pela Harrods, permitindo que as vítimas apresentassem evidências documentais sem necessidade de avaliação médica. Entre as formas de reparo estavam indenizações gerais de até 200 mil libras e pagamentos por impacto no trabalho, entre outros.

A polícia Metropolitana informou, em dados anteriores, que 111 mulheres apresentaram acusações envolvendo Al Fayed, com a jovem mais nova estimada em 13 anos na época. Em materiais disponíveis no site do esquema, a Harrods expressa desculpas e observa que o programa é uma das opções de reparação, não a única.

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