Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Deolane e Marcola viram réus por organização criminosa e lavagem do PCC

Justiça transforma Deolane Bezerra, Marcola e outros em réus por organização criminosa e lavagem de dinheiro do PCC; uso de transportadora para ocultar recursos

Deolane Bezerra, Marcola e outras quatro pessoas viraram réus por suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC por meio de uma transportadora.
0:00
Carregando...
0:00
  • A Justiça de São Paulo tornou réus a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, o líder do PCC Marcola e mais quatro pessoas, por suposta lavagem de dinheiro da facção.
  • A denúncia aponta uso de uma transportadora para movimentar e ocultar recursos do PCC entre 2018 e 2025.
  • Segundo o Gaeco, a empresa era administrada por Ciro Cesar Lemos, com ordens de Marcola e de Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior para distribuir valores entre membros.
  • Deolane tería recebido depósitos fracionados em contas de sua titularidade para ocultar a origem dos recursos; há ainda a alegação de reestruturação de empresas para fundos no exterior.
  • Leonardo e Paloma, filhos de Alejandro, são apontados como recebendo parcelas dos rendimentos ilícitos; ambos estão foragidos no exterior, enquanto Marcola e Alejandro continuam exercendo influência pela rede de contatos; pedido de habeas corpus de Deolane foi negado em nove de agosto.

A Justiça de São Paulo tornou réus a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, o líder da facção PCC Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outras quatro pessoas apontadas como integrantes de um esquema de lavagem de dinheiro ligado à organização criminosa. O processo envolve suposta utilização de uma transportadora para movimentar recursos entre 2018 e 2025.

A denúncia do Ministério Público aponta que a transportadora era operada por Ciro Cesar Lemos, já condenado por organização criminosa. Segundo o Gaeco, ele administrava a empresa para dissimular a origem dos valores obtidos pelo PCC e reinseri-los na economia formal, com diretrizes de Marcola e de Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, apontado como liderança da facção, para distribuir os recursos entre membros.

Também foram incluídos no processo Everton de Sousa, considerado operador financeiro, além de Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Paloma Sanches Herbas Camacho, filhos de Alejandro. Segundo o MP, Leonardo e Paloma estão foragidos no exterior.

Detalhes da acusação

De acordo com o Gaeco, Deolane recebia depósitos fracionados da transportadora em contas de sua titularidade, usados para ocultar a origem dos recursos. A acusação aponta ainda que a influenciadora planejava reestruturar empresas e transferi-las para fundos sediados fora do país, medida que, segundo os investigadores, facilitaria a lavagem de dinheiro.

O Gaeco aponta que Everton de Sousa supervisionava o fluxo financeiro e as prestações de contas do grupo. Já Leonardo e Paloma teriam recebido parcelas dos rendimentos ilícitos a partir de ordens de Alejandro. Paloma seria responsável por orientar a distribuição dos valores com base em informações do pai.

Apesar de presos há anos, Marcola (detido desde 1999) e Alejandro (preso desde 2006) manteriam influência sobre as atividades da facção por meio de familiares, advogados, outros detentos e redes clandestinas de comunicação, segundo o Ministério Público. Nesta terça-feira, 9, a Justiça negou habeas corpus apresentado pela defesa de Deolane.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais