- Em 2021, o Mirabaud entrou em um fundo de private equity para comprar ações da SpaceX, conforme relato de Thiago Frazão.
- Na época, a SpaceX era avaliada em cerca de US$ 150 bilhões, com projeção de valor de mercado na casa de US$ 1 trilhão.
- Thiago Frazão, brasileiro, tornou-se sócio sênior do Mirabaud em Genebra, em 2019.
- A decisão de investir foi descrita como ousada pela equipe, que mesmo assim decidiu seguir adiante com o negócio.
O Mirabaud investiu em ações da SpaceX por meio de um fundo de private equity em 2021, em uma operação que chamou a atenção pelo tamanho do negócio. Na época, a SpaceX estava avaliada em cerca de US$ 150 bilhões e já se desenhava um faturamento de mercado próximo a US$ 1 trilhão no longo prazo.
A decisão envolveu a equipe de investimentos do banco suíço, que acreditou no potencial de retorno apesar das incertezas do mercado. A ofensiva ocorreu com base em análises de longo prazo e estratégia de diversificação da carteira do Mirabaud.
Thiago Frazão, brasileiro, tornou-se sócio sênior do grupo em Genebra em 2019. Ele é citado como liderança no processo de avaliação, com foco em oportunidades em investimentos alternativos que ampliam o leque de ativos da instituição.
Contexto do investimento
A entrada no fundo ocorreu em 2021, com a proposta de participação nas ações da SpaceX. O objetivo era explorar uma exposição relevante a uma empresa de tecnologia aeroespacial com histórico de crescimento acelerado, sob uma gestão que privilegia inovação e visão de longo prazo.
Segundo fontes próximas ao caso, a estratégia do Mirabaud envolve monitorar o desempenho da SpaceX e ajustar a posição conforme cenários de mercado, mantendo a diversificação como elemento-chave da carteira.
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