- Em maio de 2026, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 14% em relação a maio de 2025, somando US$ 3,09 bilhões, com queda de 21,6% no volume embarcado.
- A participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras ficou em 9,7% no mês.
- A China manteve-se como principal destino, com embarques de US$ 10,5 bilhões, alta de 9,5% e participação de 32,9%.
- A União Europeia ampliou as compras, totalizando US$ 4,9 bilhões, variação de +8,8%.
- Houve expansão de vendas para África (volume +23,3%; valor US$ 1,17 bilhão) e para a América Central e Caribe (valor +40,1%, US$ 535 milhões), sinalizando diversificação de mercados.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 14% em maio de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O valor embarcado atingiu US$ 3,09 bilhões, frente a US$ 3,60 bilhões em maio de 2025, enquanto o volume recuou 21,6%. A participação dos EUA ficou em 9,7% das exportações do mês.
A queda nos EUA ocorre ao lado de desempenho fraco na Argentina, que também reduziu compras de produtos brasileiros. Em maio, as exportações para o país vizinho somaram US$ 1,33 bilhão, quedas de 21,7% em valor e 18,5% em volume ante maio de 2025. Esses recuos ocorrem ainda com a China mantendo a liderança entre os destinos.
Principais destinos
China permaneceu como o principal destino, com embarques de US$ 10,5 bilhões, alta de 9,5% em relação a maio de 2025. O mercado chinês respondeu por 32,9% do total das exportações brasileiras no mês. A União Europeia também registrou aumento, com US$ 4,9 bilhões, avanço de 8,8% na comparação anual.
Diversificação de mercados
As exportações para a África cresceram 23,3% em volume e 10,2% em valor, totalizando US$ 1,17 bilhão. A América Central e Caribe apresentou o maior crescimento percentual em valor entre os principais destinos, com 40,1% e US$ 535 milhões, além de alta de 8,9% no volume embarcado. Esses resultados indicam diversificação diante da queda nos EUA e na Argentina.
Em maio, a China manteve a liderança em termos de valor exportado, respondendo por quase 1 em cada 3 dólares obtidos pelo Brasil. As informações são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Caso a proposta americana de elevar tarifas وتعute, a tendência de queda pode se aprofundar.
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