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Inhame oferece 7 benefícios à saúde e orientações de consumo seguro

Inhame oferece fibras e minerais que ajudam a saúde intestinal, glicemia, TPM, ossos, imunidade e coração; consumir cozido e armazenar adequadamente

Consumido em diversas regiões do Brasil, o inhame é conhecido por seus benefícios para diferentes funções do corpo
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  • O inhame é um tubérculo nutritivo, rico em fibras e minerais, tradicional na culinária brasileira desde a época colonial, introduzido por escravizados africanos.
  • Em cento gramas cozidos, fornece cerca de 1,60 g de fibras, que ajudam a saúde intestinal e promovem saciedade.
  • Possui fibras e bioativos que ajudam a retardar a absorção de glicose, contribuindo para o controle glicêmico.
  • Contribui para a saúde óssea e cardiovascular, com magnésio e cálcio, além de potássio e antioxidantes.
  • Dicas de consumo seguro: cozinhar o inhame antes do consumo e armazenar por até 15 dias em local fresco, seco e escuro; consumir com moderação e consultar um profissional de saúde se houver alergias, intolerâncias ou problemas renais.

O inhame, tubérculo nutritivo, é valorizado pela sua combinação de fibras, vitaminas e minerais. Introduzido no Brasil por escravizados africanos, já faz parte da culinária de diversas regiões, ganhando espaço na alimentação diária.

Segundo a Embrapa, registros históricos apontam menções ao inhame por José de Anchieta no século XVI, destacando seu valor nutritivo para povos indígenas. O alimento permanece presente na mesa brasileira, em várias preparações.

A seguir, veja sete benefícios do inhame para a saúde e dicas de consumo seguro, com foco em dados técnicos e sem interpretações.

Benefícios para a saúde

O tubérculo é fonte de fibras, que auxiliam o trânsito intestinal. Em 100 g cozidos, há cerca de 1,60 g de fibras, contribuindo para a regularidade e o alívio da prisão de ventre.

Além disso, carboidratos complexos do inhame ajudam a retardar a absorção de glicose, promovendo liberação mais gradual de açúcar no sangue. O efeito é relevante para quem busca controle glicêmico.

Diosgenina, presente no inhame, pode favorecer a produção de estrogênio, o que pode ajudar a reduzir sintomas da tensão pré-menstrual, como cólicas e inchaço.

A saciedade é favorecida pela combinação de fibras e carboidratos complexos, o que ajuda a controlar a fome ao longo do dia, evitando picos rápidos de glicose.

A composição de cálcio e magnésio favorece a saúde óssea. Em 100 g cozidos, o tubérculo fornece magnésio e cálcio, auxiliando na densidade óssea.

A vitamina C e antioxidantes fortalecem o sistema imunológico, conforme recomendações da OMS e do Ministério da Saúde, contribuindo para a defesa contra infecções.

Para a saúde cardiovascular, o inhame oferece fibras e potássio, que ajudam no controle da pressão arterial ao equilibrar o sódio, além de colaborar na redução do colesterol LDL.

Dicas de consumo seguro

A Embrapa orienta que o inhame seja preparado cozido, pois o cru pode causar desconfortos. O tubérculo pode ser armazenado por até 15 dias em ambiente fresco, seco e escuro.

O consumo deve ser moderado, pois o inhame é relativamente calórico. Pessoas com alergias, intolerâncias ou problemas renais devem consultar um profissional de saúde antes de incluí-lo na dieta.

Em qualquer caso, o inhame não substitui tratamento médico. Balanceie a alimentação com outras fontes de fibras, proteínas e nutrientes para manter a dieta equilibrada.

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