- Nesta quinta-feira, 21, Deolane Bezerra foi presa em São Paulo na Operação Vérnix, investigação da Polícia Civil e do Ministério Público sobre lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
- Em setembro de 2024, ela já havia sido detida na Operação Integration, ligada a um esquema de desvio de dinheiro envolvendo jogos de azar e casas de apostas, com bloqueio de bens.
- Durante a Integration, cerca de 20 pessoas foram presas, incluindo a mãe da influenciadora, Solange Bezerra.
- Em fevereiro de 2024, houve investigação no Rio de Janeiro após ela aparecer com o cordão de ouro do chefe do tráfico TH da Maré; Deolane alegou não ter relação com o traficante.
- No Alphaville, a influenciadora foi multada em R$ 37 mil por gravar clipe nas áreas comuns do condomínio sem autorização; ela afirma ter gravado principalmente dentro de casa e não ter acesso ao regulamento.
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira, 21 de maio, durante a operação Vérnix, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público. A ação mira lavagem de dinheiro relacionada ao PCC, o Primeiro Comando da Capital.
De acordo com as autoridades, a investigação envolve grandes movimentações financeiras por meio de empresas e transações suspeitas, com indícios de aquisição de bens de luxo e uma casa de apostas vinculada a desvios de patrimônio.
Além de Deolane, outras 20 pessoas foram presas na operação Integration, que aconteceu em 2024 no Nordeste, sob investigação de desvio de recursos ligado a jogos de azar. A mãe da influenciadora, Solange Bezerra, também foi alvo das diligências.
Cordão de traficante
Em fevereiro de 2024, Deolane apareceu nas redes usando o cordão de ouro do traficante Thiago da Silva Folly, conhecido como TH da Maré. Folly era alvo de busca e foi morto em 2025. A influenciadora divulgou um vídeo explicando que não tinha relação com o traficante e que apenas posou para fotos sem uso do acessório.
Problemas no condomínio
Entre as polêmicas, Deolane enfrentou conflitos no condomínio de Alphaville, incluindo uma cobrança de multa de 37 mil reais por gravação de clipe nas áreas comuns, sem autorização para uso comercial. A defesa argumentou que as imagens ocorreram principalmente em casa e que não houve advertência prévia.
Ela também relatou ter enfrentado acusações de discriminação por parte de moradores nas redes sociais e em mensagens do condomínio, relatando que a situação afetava familiares, incluindo a mãe. As informações sobre esses episódios vêm de reportagens associadas aos desdobramentos públicos.
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