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Caminhoneiros pressionam por MP que garante peso mínimo do frete

Caminhoneiros pressionam Congresso para manter piso mínimo do frete, com MPs em pauta e conversas com Motta e Alcolumbre

Representantes de caminhoneiros defendem avanço de MP ligada ao piso mínimo do frete
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  • Caminhoneiros iniciam rodada de negociações no Congresso para avançar com a medida provisória que garante o peso mínimo do frete.
  • Demandam apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, para a criação de uma comissão especial.
  • A mudança envolve o código para operação de transporte (CIOT) e regras para cumprir o piso mínimo em rodovias; parte entrará em vigor no dia 24 de maio, dependendo do Congresso para vigência permanente.
  • Ao menos vinte coordenadores estaduais devem acompanhar as tratativas ao longo da semana.
  • A principal reivindicação é manter o frete como custo básico de operação, não buscando lucratividade, para evitar prejuízos aos profissionais.

Caminhoneiros iniciaram uma rodada de negociações no Congresso para avançar com a medida provisória que garante o peso mínimo do frete. O movimento, que envolve representantes da categoria, busca sensibilizar parlamentares e iniciar uma comissão especial para tratar do tema. A pressão ocorre em meio a tentativas de manter o piso mínimo em vigor de forma permanente.

O esforço é dirigido aos presidentes da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, e do Senado, Davi Alcolumbre, do União, do Amapá. Eles são os principais interlocutores para viabilizar a tramitação da MP e a criação de mecanismos de acompanhamento. As conversas vêm ocorrendo nos últimos dias, conforme relatos do setor.

A mudança ligada ao frete já foi autorizada pelo governo federal, incluindo a criação de um código para operação de transporte, o CIOT, e medidas administrativas para cumprir o piso mínimo em rodovias. Parte dessas regras entrará em vigor automaticamente no dia 24 de maio, dependendo do aval do Poder Legislativo para sua vigência permanente.

Segundo representantes da categoria, ao menos 20 coordenadores estaduais devem integrar o esforço de contato com parlamentares ao longo desta semana. O objetivo é obter apoio para manter o piso mínimo e assegurar a continuidade do transporte de cargas sem prejuízos.

Um dos líderes da mobilização afirmou que o frete com piso mínimo está relacionado exclusivamente ao custo do transporte, não à lucratividade. A declaração reforça a defesa de que a medida visa evitar prejuízos operacionais para caminhoneiros, mantendo a viabilidade das atividades de transporte.

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