- Caso por tentativa de homicídio de Ivanna Ortiz, acusada de atirar 20 vezes em frente à casa de Rihanna em Los Angeles, foi suspenso para avaliação de sanidade mental.
- A juíza Shannon Cooley determinou encaminhar Ortiz ao tribunal de saúde mental do condado para verificar se ela pode compreender o andamento do processo.
- Ortiz foi apresentada ao tribunal de saúde mental com a primeira data marcada para 2 de junho; um psiquiatra será designado para emitir um relatório.
- A defesa havia pedido anteriormente o julgamento, mas a juíza manteve a decisão de suspender o caso até a avaliação mental.
- Ortiz se declarou inocente das acusações, que incluem tentativa de homicídio, agressão com arma de fogo semiautomática e disparos contra uma residência ocupada; o tiroteio ocorreu em 8 de março, quando Rihanna, A$AP Rocky e familiares estavam na propriedade.
Ivanna Ortiz teve o processo por tentativa de homicídio suspenso para avaliação de sanidade mental. A decisão ocorreu após a juíza Shannon Cooley se reunir em privado com a defesa e considerar que há indícios de capacidade mental a ser avaliada.
Ortiz, de 35 anos, é acusada de atirar 20 vezes com um rifle AR-15 na casa de Rihanna, em Los Angeles. A cantora e A$AP Rocky estavam no local no momento, com três filhos e a mãe de Rihanna presentes, quando o tiroteio aconteceu.
A audiência determinou que Ortiz seja encaminhada ao tribunal de saúde mental do condado para avaliação. A primeira data para o atendimento foi marcada para 2 de junho, com um psiquiatra responsável por preparar um relatório.
A suspensão ocorreu uma semana após a juíza negar, anteriormente, pedido idêntico da defesa. Na ocasião, a promotoria argumentou que não havia evidências suficientes para adiar o julgamento. Ortiz permaneceu sob custódia desde a semana passada, sem ser levada ao tribunal na terça-feira.
Ortiz aparece com inocência declarada para as acusações de tentativa de homicídio, 10 de agressões com arma de fogo semiautomática e 3 de disparos contra residência ocupada. Segundo denúncia, o ataque ocorreu em 8 de março, quando o veículo era ocupado pelo casal, pelos filhos e pela mãe de Rihanna.
De acordo com o boletim de ocorrência, Rihanna e Rakim Mayers, nome artístico de A$AP Rocky, estavam em um trailer ao lado da casa quando ouviram impactos e observaram buracos no para-brisa da área frontal. O casal se abrigou na garagem e colocou as pessoas em segurança, segundo o relatório.
Durante a audiência anterior, o promotor adjunto descreveu o tiroteio como perigoso e deliberado, com duração de vários segundos. Com base nos relatos, ele citou que Ortiz dirigia até a residência com munição e até um disfarce, sugerindo planejamento.
Testemunhas afirmaram ter visto um Tesla Model 3 branco fugindo do local. Um helicóptero da polícia local localizou o veículo, levando à prisão de Ortiz. A investigação também identificou seis buracos no portão de veículos, um no portão de pedestres e três na cerca interna da propriedade.
Antes do incidente, Ortiz publicou mensagens nas redes sociais dirigidas a Rihanna, em tom agressivo. Em vídeo publicado em janeiro de 2026, ela fez referências diretas à cantora.
Ortiz atuava como fonoaudióloga licenciada na Califórnia antes do tiroteio. O Conselho Estadual de Fonoaudiologia e Audiologia solicitou que o tribunal suspendesse sua licença durante o andamento do processo, decisão que foi atendida por um juiz.
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