- A influenciadora Deolane Bezerra foi presa em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.
- A ação Vérnix investiga lavagem de dinheiro do PCC por meio de uma transportadora de fachada.
- A prisão ocorreu no início da manhã, no condomínio onde ela mora, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.
- Além dela, mandados foram cumpridos contra Marco Herbas Camacho, o Marcola, e parentes; Marcola está preso em uma unidade de segurança máxima no Distrito Federal.
- A investigação começou em 2019, após bilhetes apreendidos em uma penitenciária de Presidente Venceslau revelarem a dinâmica da facção e possível ocultação de valores.
A influenciadora Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21) em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo. A suspeita envolve lavagem de dinheiro do PCC por meio de uma transportadora de fachada. A prisão ocorreu no início da manhã, no condomínio em que ela mora, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo.
A operação, denominada Vérnix, mira também Marcos Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como chefe da facção, e parentes dele. Marcola já se encontra detido em uma unidade de segurança máxima no Distrito Federal. A ação envolve mandados de prisão e busca e apreensão.
Segundo as autoridades, a investigação descreve uma engrenagem financeira usada para ocultar, dissimular e reinserir na economia formal valores vinculados à alta cúpula do PCC. O inquérito remonta a 2019, quando bilhetes apreendidos pela Polícia Penal em Presidente Venceslau revelaram indícios sobre a dinâmica da facção.
Vérnix e desdobramentos
A polícia aponta que a operação busca desmantelar estruturas de ocultação de recursos associados à liderança da organização criminosa. As informações indicam que o material apreendido ajudou a mapear a atuação de lideranças presas e a possível rede de ataques a autoridades.
A defesa de Deolane não foi divulgada neste momento. O andamento do processo e a localização dos demais investigados seguem sob sigilo policial e estadual. As investigações permanecem em curso para esclarecer as movimentações financeiras apuradas.
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