- O ex-presidente José Sarney, aos 96 anos, lançou no Salão Negro do Congresso Nacional uma coletânea com novas edições de três romances: O Dono do Mar, A Duquesa Vale uma Missa e Saraminda.
- O evento contou com a participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e do presidente da Câmara, Hugo Motta, além de outras autoridades.
- Sarney destacou a literatura como companheira de vida e afirmou que a internet não deve substituir os livros.
- A coletânea integra obras associadas à trajetória de Sarney, que é membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980, ocupando a Cadeira 38, patrono Tobias Barreto.
- Em entrevista ao Correio, o escritor disse que as novas gerações podem conhecer os livros rereeditados e lembrou ter publicado mais de cento e vinte títulos ao longo da carreira.
O ex-presidente José Sarney lançou nesta quarta-feira no Salão Negro do Congresso Nacional uma coletânea de ficção, com novas edições de três seus romances. O evento contou com presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e do presidente da Câmara, Hugo Motta.
Sarney, aos 96 anos, abriu o ato destacando a importância da literatura em sua vida, lembrando que o livro sempre foi seu companheiro. Ele citou a preocupação com o papel dos livros diante da internet.
A coletânea reúne O Dono do Mar, A Duquesa Vale uma Missa e Saraminda, obras já ligadas ao seu percurso na Academia Brasileira de Letras. Os romances tratam de temas como a vida de pescadores, política e garimpos.
Participaram do evento outros nomes da política e da cultura, como Cristovam Buarque, Ricardo Lewandowski e Paulo Octávio. Sarney reforçou que o encontro celebrou o escritor que ele é, não apenas a figura pública.
Em entrevista ao Correio, Sarney explicou que as obras republicadas ajudaram sua entrada na ABL, em 1980, na Cadeira 38. Ele ressaltou a dupla vertente de sua trajetória e o desejo de que as novas gerações leiam seus livros.
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