- O El Niño deve estar presente no segundo semestre de 2026 e em 2027, segundo o Cemaden.
- Não há confirmação sobre a intensidade, se será “Super El Niño” ou “El Niño Godzilla”.
- A nota técnica recomenda treinar a população para reagir a desastres e fortalecer a integração entre as esferas de poder.
- Também sugere medir a vazão de rios e reavaliar áreas críticas nos municípios.
- A prevenção precisa ser prioridade para enfrentar inundações, secas e incêndios.
O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) alerta para a necessidade de priorizar a prevenção diante do El Niño, que pode impactar o Brasil no segundo semestre de 2026 e em 2027. A comissão técnica destaca a importância de ações coordenadas entre os governos para reduzir danos.
O fenômeno, que aquece as águas do Pacífico equatorial, ainda não tem definição sobre sua intensidade, podendo ser um El Niño tradicional ou mais forte. A incerteza não muda a orientação: preparar logística, infraestrutura e comunicação com a população para ondas de calor, inundações, secas e incêndios.
Segundo a nota técnica, é essencial treinar comunidades para procedimentos de risco, fortalecer a integração entre as esferas federal, estadual e municipal e medir a vazão de rios para monitoramento em tempo real. Reavaliação de áreas consideradas críticas também está entre as recomendações.
A necessidade de informação clara e ações ágeis é visto como parte da prevenção, não do custo. A ideia é reduzir impactos sociais e econômicos por meio de alertas oportunos e planos de contingência atualizados.
Recomendações da Cemaden
A nota cita a importância de: 1) treinar a população para reagir a alertas; 2) ampliar a cooperação entre órgãos de governo; 3) aprimorar a medição de vazões hídricas; 4) revisar áreas com maior vulnerabilidade municipal.
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