- A Organização Mundial da Saúde informou que a vacina contra a cepa atual do Ebola pode levar de seis a nove meses para ficar pronta.
- Um surto de Ebola atinge a República Democrática do Congo e Uganda, com a OMS declarando emergência de saúde pública de interesse internacional no fim de semana.
- Dois candidatos a vacina estão em desenvolvimento, mas nenhum passou por testes clínicos até o momento, segundo o consultor Vasee Moorthy.
- Na terça-feira, a OMS realizou uma reunião de emergência para discutir a aceleração do desenvolvimento do imunizante.
- Até o momento, são 528 casos suspeitos e 132 mortes pela variante Bundibugyo, com letalidade média em torno de cinquenta por cento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que pode levar de seis a nove meses para ficar pronta uma vacina eficaz contra a cepa atual do Ebola. A estimativa foi divulgada durante avaliação sobre o desenvolvimento de imunizantes ainda sem testes clínicos concluídos.
O surto de Ebola afeta a República Democrática do Congo e Uganda. A OMS declarou o Ebola uma emergência de saúde pública de interesse internacional, em reconhecimento à gravidade da situação.
Segundo o consultor da OMS Vasee Moorthy, duas candidatas a vacina estão em desenvolvimento, mas nenhuma passou por testes clínicos. A previsão mais recente aponta o intervalo de tempo entre seis e nove meses.
Na terça-feira, a OMS realizou uma reunião de emergência para discutir estratégias para acelerar o avanço dos imunizantes. O objetivo é reduzir o tempo até a disponibilização de uma vacina segura.
Ainda segundo a OMS, o risco de disseminação é considerado alto dentro do Congo e em países vizinhos, mantendo-se baixo em nível global neste momento.
Até o momento, foram registrados 528 casos suspeitos e 132 mortes associadas à variante Bundibugyo do Ebola. A letalidade média da doença fica em torno de 50%.
A organização ressalta que o tempo estimado para o desenvolvimento não determina a disponibilidade imediata de vacina; outras medidas de controle seguem essenciais. O cenário pode evoluir conforme novos dados surgirem.
Dados são atualizados conforme vigilância epidemiológica. A OMS continua monitorando a trajetória do surto e comunicando alterações no risco e nas estratégias de resposta.
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