- Estudantes da USP, Unesp e Unicamp, além de representantes de sindicatos, protestam contra o governador Tarcísio de Freitas na tarde desta quarta-feira (20/5) em São Paulo; a greve que envolve o movimento começou em 15 de abril, e o ato vai das 14h às 19h.
- O ponto de encontro foi o Largo da Batata, em Pinheiros, e a marcha segue em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.
- Os manifestantes defendem permanência estudantil, contratação de professores e funcionários e melhoria da infraestrutura das estaduais.
- Também criticam políticas de privatização e a atuação da segurança pública, além de mencionar a violência na desocupação da reitoria da USP, em 10 de maio, e problemas com moradia e despejos.
- A pré-candidata à governo de São Paulo pela Unidade Popular, Vivian Mendes, participou e disse que a marcha é uma reação contra privatizações e políticas de morte.
Estudantes da USP, Unesp e Unicamp, acompanhados de representantes de sindicatos, protestaram contra o governador Tarcísio de Freitas na tarde desta quarta-feira (20/5) em São Paulo. O ato começou às 14h e seguia por volta das 19h.
O ponto de encontro foi o Largo da Batata, na região de Pinheiros. Os estudantes marcharam em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Morumbi.
A mobilização é uma continuidade da greve iniciada em 15 de abril, em defesa da permanência estudantil, contratação de docentes e melhoria na infraestrutura. A desocupação da reitoria da USP pela PM, em 10 de maio, também é apontada como motivo.
Os organizadores apontam que o cenário da educação no estado é crítico e acusam reitores de resistência ao diálogo. Também criticam políticas de privatização e a atuação da segurança pública.
Além das pautas acadêmicas, a marcha aborda privatizações da Sabesp, de transportes e de rodovias, bem como questões de moradia e despejos. A ação visa denunciar violência policial e políticas de corte de recursos.
A manifestação contou com a presença da pré-candidata Vivian Mendes, pela Unidade Popular. Em seu discurso, ela associou a mobilisation a resistência a políticas de morte e privatizações.
Greve estudantil
A greve na USP teve início em 15 de abril, apoiando servidores e fortalecendo a permanência estudantil. Entre as reivindicações estão ampliação de assistência, melhoria da infraestrutura e contratação de docentes e funcionários.
Estado e diálogo
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação acompanha as negociações junto às reitorias. Em nota, o governo afirmou estar disponível para facilitar o diálogo e ressaltou investimento público recente nas estaduais.
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