- Aos 32 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique é tocado por Meza e cai dentro da área; o árbitro Esteban Ostojich marcou pênalti para o Flamengo.
- Na revisão do VAR, o toque foi considerado fora da área, e o árbitro mudou a decisão para falta fora da área, com o jogo paralisado por cerca de quatro minutos.
- PC de Oliveira, consultor em arbitragem do Grupo Globo, afirma que o pênalti deveria ter sido mantido, defendendo que o empurrão ocorreu dentro da área logo após o toque.
- Na cobrança, Léo Pereira bateu de canhota e o goleiro Muslera caiu no canto para defender.
O Flamengo enfrentou o Estudiantes no Maracanã nesta quarta-feira. O árbitro Esteban Ostojich, do Uruguai, marcou pênalti aos 32 minutos do primeiro tempo, a favor do Flamengo, após Bruno Henrique ser atingido por Meza dentro da área. A decisão ocorreu ainda no campo.
Na revisão feita pelo VAR, a informação foi diferente: o toque de Meza teria ocorrido fora da área. Ostojich acatou a interpretação do árbitro assistente e mudou a marcação para falta fora da área. O lance permaneceu sob discussão e o jogo ficou paralisado por cerca de quatro minutos.
Para PC de Oliveira, consultor em arbitragem do Grupo Globo, o pênalti deveria ter sido mantido. Ele sustenta que a irregularidade aconteceu não no toque na perna de Bruno Henrique, mas no empurrão de Meza nas costas do atacante, ainda dentro da área.
Na cobrança, Léo Pereira bateu de esquerda e o goleiro Muslera caiu no canto para defender. A equipe flamenguista cercou o árbitro após a decisão, que permaneceu sem alterações. O resultado do lance não alterou o placar imediato da partida.
PC de Oliveira é contratado do Grupo Globo para analisar lances com VAR. Ele manteve a posição de que o erro da arbitragem impactou o contexto do confronto, segundo apuração. O Flamengo segue buscando o resultado durante a partida.
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