- Morre aos 85 anos o historiador Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Universidade de São Paulo e vencedor do Prêmio Machado de Assis.
- Nasceu em 1941, em São Paulo, e foi professor titular de História Contemporânea na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e de História da Cultura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Mackenzie.
- Publicou obras como Ideologia da Cultura Brasileira (1933-1974) e A Independência Política do Brasil, coautorando o livro com Fernando Novais.
- Foi fundador e primeiro diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP (1986-1988) e diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (2014).
- Atuou como professor visitante no exterior, integrou comissões em instituições internacionais e, em 2009, foi reconhecido com o título de Professor Emérito da USP; detalhes sobre velório e sepultamento serão divulgados em breve.
O historiador Carlos Guilherme Mota morreu aos 85 anos. A informação foi confirmada pela filha à Editora 34, responsável por publicar seus livros. O falecimento ocorreu sem detalhes públicos sobre o velório ou sepultamento.
Mota era Professor Emérito da USP e teve atuação marcante na História Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, além de lecionar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Mackenzie. Entre suas obras estão *Ideologia da Cultura Brasileira (1933-1974)* e *História do Brasil*.
Ao lado de Fernando Novais, Mota escreveu *A Independência Política do Brasil*. Também foi fundador e primeiro diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP (1986-1988) e dirigiu a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (2014). Esteve ainda como professor visitante em diversas universidades estrangeiras.
Legado e atuação acadêmica
Mota teve atuação internacional como professor visitante em Londres, Texas, Salamanca e Stanford e integrou comissões de avaliação de programas de América Latina em Princeton e no Wilson Center. Foi Diretor de Estudos da École des Hautes Études e ocupou a função de Diretor do Arquivo do Estado de São Paulo.
Entre as marcas de sua trajetória estão a criação do Memorial da América Latina, a convite de Darcy Ribeiro, para delinear o perfil da instituição. Em 2009 recebeu o título de Professor Emérito da USP e, em 2011, o Prêmio Machado de Assis pela obra como um todo.
Entre na conversa da comunidade