- O Senado aprovou a nomeação de Ricardo André Vieira Diniz para embaixador do Brasil nas Bahamas, com 42 votos a favor e 1 contrário, nesta quarta-feira (20).
- Diniz é ministro de segunda classe do Ministério das Relações Exteriores e tem carreira diplomática desde 1986, com passagens em Miami, Pretória, Montevidéu, Saint Georges (Granada) e Gaborone (Botsuana).
- As Bahamas estabeleceram relações diplomáticas com o Brasil em 1978; o Brasil abriu em Nassau sua embaixada residente em 2005.
- Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as Bahamas são parceiras do Brasil em temas como sustentabilidade ambiental, segurança regional e governança global, além de apoio a candidaturas brasileiras em organismos internacionais.
- Em 2025, o comércio bilateral somou US$ 412 milhões, com déficit de US$ 14,3 milhões para o Brasil; exportações brasileiras foram US$ 198,8 milhões e importações US$ 213,1 milhões, principalmente de combustíveis e minerais.
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (20) a indicação de Ricardo André Vieira Diniz para o cargo de embaixador do Brasil nas Bahamas. A escolha seguiu parecer do senador Sergio Moro e recebeu 42 votos a favor e 1 voto contra.
Diniz é ministro de segunda classe do Ministério das Relações Exteriores. Ingressou no Instituto Rio Branco em 1986, completou o Curso de Altos Estudos em 2007, com foco na integração regional africana. Possui extensa experiência na carreira diplomática.
Entre os cargos ocupados, destacam-se cônsul-geral adjunto em Miami, primeiro-secretário e conselheiro em Pretória, e ministro-conselheiro em Montevidéu. Atuou como embaixador nas Bahamas, em Saint Georges (Grenada) e em Gaborone (Botsuana).
Brasil e Bahamas mantêm relações diplomáticas desde 1978, com embaixada brasileira em Nassau desde 2005. O relacionamento envolve cooperação em sustentabilidade, segurança regional e governança global, além de apoio a candidaturas brasileiras.
Em 2025, o comércio bilateral chegou a US$ 412 milhões, com déficit de US$ 14,3 milhões para o Brasil. Exportações brasileiras somaram US$ 198,8 milhões, principalmente óleos combustíveis, minérios, carnes de aves e bovina. Importações, US$ 213,1 milhões.
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