- Plenário aprovou a nomeação de João Batista do Nascimento Magalhães para embaixador do Brasil em Omã, com 39 votos a favor e 1 contra.
- A indicação recebeu parecer favorável da relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), com base na Secretaria de Relações Exteriores.
- Magalhães nasceu em 1963, em São Paulo, é formado em direito pela Universidade de São Paulo e atuou em cargos diplomáticos no Brasil e no exterior, incluindo Washington, Assunção, Frankfurt e Pequim.
- As relações entre Brasil e Omã foram estabelecidas em 1974, com a instalação da embaixada em Mascate em 2008; hoje o Brasil é o principal parceiro da Omã na América Latina.
- O comércio bilateral cresceu de 27 milhões de dólares em 2000 para 2,2 bilhões de dólares em 2021, com exportações brasileiras de minério de ferro, carnes de aves, açúcar e resíduos de petróleo, e importações de fertilizantes e óleos combustíveis de petróleo.
O plenário aprovou nesta quarta-feira (20) a indicação de João Batista do Nascimento Magalhães ao cargo de embaixador do Brasil no Sultanato de Omã. A proposta recebeu 39 votos favoráveis e 1 voto contrário, com parecer favorável da relatora, senadora Tereza Cristina, do PP do Mato Grosso do Sul.
Nascido em São Paulo, em 1963, Magalhães é formado em direito pela Universidade de São Paulo. No serviço exterior, já atuou como segundo e primeiro-secretário em Washington (2005-2009), primeiro-secretário em Assunção (2009-2010), chefe da Assessoria Internacional do Supremo Tribunal Federal (2010-2012), cônsul-geral adjunto em Frankfurt (2014-2018, e conselheiro e ministro-conselheiro em Pequim (2018 até hoje).
Contexto das relações Brasil-Omã
As relações diplomáticas entre Brasil e Omã foram estabelecidas em 1974, com a instalação da embaixada brasileira em Mascate em 2008. Atualmente, o Brasil é apontado como o principal parceiro da Omã na América Latina, com comércio bilateral que evoluiu de US$ 27 milhões em 2000 para US$ 2,2 bilhões em 2021.
Na pauta de exportação brasileira, destacam-se minério de ferro (73%), carne de aves (15%), açúcar (5%) e produtos residuais de petróleo (2%). Já as importações do Brasil a Omã são lideradas por fertilizantes (57%) e óleos combustíveis de petróleo (38%).
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