- A União Europeia chegou a um consenso provisório para implementar um acordo comercial com os Estados Unidos.
- Em julho do ano passado, o bloco havia acordado tarifas de 15% sobre a maioria dos produtos europeus; as taxas sobre importações dos EUA não teriam sido eliminadas até o prazo de 4 de julho.
- O especialista Lier Ferreira disse que as relações comerciais dos EUA com o mundo se deterioraram e que o presidente Donald Trump pode elevar tarifas a 25% se não houver cumprimento do acordo.
- A avaliação é de que um acordo definitivo entre Europa e Estados Unidos pode beneficiar a economia global e a brasileira.
A União Europeia chegou a um consenso provisório para avançar com um acordo comercial com os Estados Unidos. O objetivo é facilitar o comércio entre as duas partes, ainda em negociação.
Em julho do ano passado, a UE e Washington concordaram em aplicar tarifas de 15% sobre a maioria dos produtos europeus. No entanto, não houve cumprimento da promessa de eliminar tarifas sobre importações norte-americanas dentro do prazo combinado.
O prazo de 4 de julho, relacionado à gestão da presidência de Donald Trump, é citado como marco para possível decisão unilateral de tarifas adicionais. Analista afirma que o impasse pode afetar a dinâmica global de comércio.
Análise do especialista
Lier Ferreira, da Universidade Federal Fluminense, aponta que as relações comerciais podem sofrer deterioração caso não haja avanço no acordo, com implicações para a agenda externa dos EUA e para parceiros, incluindo o Brasil.
Perspectivas econômicas
Segundo o especialista, um acordo definitivo entre UE e EUA poderia gerar maior previsibilidade para cadeias globais de suprimentos, influenciando negócios brasileiros e condições de importação e exportação.
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