- Governo de São Paulo pretende arrecadar mais de R$ 120 milhões com o leilão de seis imóveis públicos desocupados em maio, com ativos em Campo Belo e Brooklin (capital) e nas cidades de Bauru, Porto Feliz e Sorocaba.
- Os leilões serão digitais e realizados pela SPE (Subsecretaria de Patrimônio do Estado), ligada à Secretaria de Gestão e Governo Digital.
- Os imóveis variam de R$ 2,9 milhões a R$ 41,5 milhões, e os recursos devem retornar aos cofres públicos para financiar políticas públicas.
- A venda de ativos busca reduzir custos de manutenção de imóveis ociosos e integra a estratégia de redução de gastos do Estado, segundo Caio Paes de Andrade.
- Em 2025, o governo paulista arrecadou R$ 1,3 bilhão com leilões e vendas diretas de imóveis, veículos e cotas do FII-SP; desde 2023, a alienação de ativos teve crescimento expressivo.
O governo de São Paulo anunciou que pretende arrecadar mais de R$ 120 milhões com o leilão de seis imóveis públicos desocupados em maio. Os lotes serão ofertados pela SPE (Subsecretaria de Patrimônio do Estado), ligada à SGGD (Secretaria de Gestão e Governo Digital).
Os imóveis estão localizados em Campo Belo e Brooklin, na capital, além de Bauru, Porto Feliz e Sorocaba. Os valores de avaliação variam entre R$ 2,9 milhões e R$ 41,5 milhões. Os ativos vinham gerando custos de manutenção por estarem sem utilização.
A meta de arrecadação será revertida para financiamento de políticas públicas, segundo o governo. A gestão aponta que a venda faz parte de uma estratégia de redução de gastos estatais, com foco na eficiência.
Imóveis e formatos de venda
Os leilões serão realizados na modalidade digital, conforme a Secretaria de Gestão e Governo Digital. O objetivo é ampliar a transparência e acompanhar a transformação digital promovida pela pasta desde 2023.
A atuação de 2025 já mostrou números superiores aos períodos anteriores: o estado arrecadou R$ 1,3 bilhão com leilões, venda direta de imóveis, veículos e cotas do FII-SP. Entre 2023 e 2025, o desempenho de alienação cresceu cinco vezes em relação às gestões anteriores.
Contexto de andamento orçamentário
Dados da Subsecretaria de Patrimônio indicam evolução na área de ativos: 2019-2022 tiveram R$ 242 milhões vendidos; 2015-2018, R$ 18 milhões. A comparação evidencia avanço recente na gestão de patrimônio público. Os recursos, segundo o governo, retornam aos cofres estaduais.
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