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Obras de Di Cavalcanti e Volpi voltam a ser exibidas após 40 anos

Obras guardadas por quarenta anos voltam ao público na mostra Oito Décadas de Arte Brasileira, em São Paulo, com destaque para Paisagem Imaginária de Guignard (R$ 7,0–7,5 milhões)

Obras de arte de mestres como Di Cavalcanti e Alfredo Volpi podem ser vistas após 40 anos
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  • A exposição Oito Décadas de Arte Brasileira, na galeria Galatea em São Paulo, abre em 28 de maio e mostra obras que ficaram 40 anos em acervo privado.
  • O conjunto reúne trabalhos de Alfredo Volpi, José Pancetti, Di Cavalcanti, Candido Portinari, Anita Malfatti, Lasar Segall e Alberto da Veiga Guignard, entre outras obras de 1880 a 1980.
  • Destaque para Paisagem Imaginária (1952), de Alberto da Veiga Guignard, avaliada entre R$ 7 milhões e R$ 7,5 milhões.
  • O acervo também traz marinhas de Pancetti e um significativo conjunto de obras de Di Cavalcanti.
  • A curadoria busca mostrar um retrato simbólico do Brasil moderno, com cenas portuárias, geometrias, paisagens urbanas e um imaginário tropical.

A galeria Galatea inaugura no dia 28 de maio a exposição *Oito Décadas de Arte Brasileira*, reunindo obras que ficaram 40 anos escondidas em acervo privado. A mostra chega a São Paulo com acervo museológico, aberto ao público.

Entre as peças de destaque está a monumental Paisagem Imaginária (1952) de Alberto da Veiga Guignard, avaliada entre R$ 7 milhões e R$ 7,5 milhões. A curadoria reúne também marinhas de José Pancetti e um conjunto relevante de Di Cavalcanti.

A exposição abrange obras produzidas entre as décadas de 1880 e 1980, apresentando uma visão do Brasil moderno por meio de cenas portuárias, geometrias e paisagens tropicais. A curadoria inclui nomes como Alfredo Volpi, Candido Portinari e Anita Malfatti.

Destaques da mostra

Além de Guignard, o público pode ver obras de Di Cavalcanti, Lasar Segall e Alberto da Veiga Guignard em conjunto com Volpi, Pancetti e outros maestros da arte brasileira. O objetivo é oferecer uma leitura histórica do período sem prisões a estilos.

A curadoria indica uma amostra que não se limita a pinturas históricas, mas que também dialoga com o imaginário urbano e o tropical do século 20. A proposta é construir um retrato do Brasil moderno a partir de diferentes linguagens.

A galeria ressalta que as obras permaneceram privadas por décadas antes de retornar aos olhos do público, reforçando a dimensão museológica da mostra. O evento promete versatilidade de telas, formatos e técnicas da produção brasileira.

O conjunto exposto reúne ainda trabalhos de Gina Malfatti e outros nomes consagrados, formando um panorama que acompanha o desenvolvimento da arte nacional ao longo do século XX. A mostra fica em cartaz na Galatea a partir de 28 de maio.

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