- Nordeste é a região com maior índice de esperança na Seleção Brasileira, com 28,7% dos entrevistados.
- Em todo o país, 23,1% disseram sentir esperança, enquanto 39,8% disseram desconfiança e 31,8% indicaram indiferença.
- Sudeste registra o maior nível de desconfiança, com 43,2% dos entrevistados.
- Entre a Geração Z, a esperança aparece em 42,2%; entre os baby boomers, a desconfiança chega a 57,2%.
- A AtlasIntel ouviu 964 pessoas entre 27 de abril e 8 de maio de 2026, com margem de erro de três pontos percentuais.
O Nordeste é a região com o maior nível de esperança na Seleção Brasileira, aponta pesquisa da AtlasIntel feita entre 27 de abril e 8 de maio de 2026. O estudo mostra que o Brasil vive um momento de desgaste emocional com a equipe antes da Copa, ainda que haja expectativa regional.
Segundo o levantamento, 28,7% dos nordestinos afirmam sentir esperança na atuação da equipe sob o comando de Carlo Ancelotti. Esse índice supera a média nacional, que é de 23,1%. No conjunto do país, predomina a desconfiança, com 39,8% dos respondentes.
A indiferença aparece em 31,8% dos entrevistados. A pesquisa reforça que o desgaste emocional não é uniforme: o Nordeste mantém maior otimismo mesmo diante de resultados desfavoráveis. A relação entre torcedores e a Seleção mudou após eliminações em Copas anteriores.
Resultados por região
No Sudeste, a desconfiança domina, com 43,2% dos participantes. A região eleitoral mais influente do país tem menor expectativa em relação ao futuro da Seleção. A diferença regional é marcada e confirma variações de percepção entre regiões.
Perfil de gerações e gênero
Entre a Geração Z, a esperança lidera com 42,2%. Nessa faixa, a desconfiança fica em 32,1%. Entre baby boomers e a geração silenciosa, a desconfiança atinge 57,2% e a esperança fica em 15,4%.
Homens apresentam 32,4% de esperança, enquanto mulheres mostram maior indiferença, 36,6%. O estudo também aponta que o sentimento é influenciado por fatores demográficos e pela experiência com a Seleção ao longo dos anos.
A AtlasIntel reuniu 964 pessoas, com margem de erro de 3 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. A próxima Copa do Mundo de 2026 é a primeira sob o técnico Ancelotti, com expectativa de recolocar o Brasil entre os favoritos.
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