- Embalagens de comida e bebida aparecem como as principais fontes de detritos plásticos nos relatos de lixo, segundo levantamento global.
- O estudo indica que combater a poluição causada por embalagens deve ser prioridade em 93% dos países pesquisados.
- A pesquisa reuniu mais de cinco mil levantamentos de lixo em praias de seis continentes (nações) e 112 países, envolvendo nove sistemas oceânicos e 13 mares regionais.
- Estima-se que existam cerca de 170 trilhões de partículas de plástico nos oceanos, totalizando cerca de 2,3 milhões de toneladas de lixo, com parte ainda não contada por microplásticos.
- A iniciativa associou-se ao projeto Plásticos nas Sociedades Indonésias (PISCES) para mapear padrões globais e orientar ações públicas e industriais focadas em embalagens.
Uma pesquisa internacional reunindo mais de 5 mil levantamentos de lixo em praias de sete continentes aponta que embalagens de comida e bebida são as principais fontes de detritos plásticos. O estudo envolve 112 nações e 13 mares regionais, sob o guarda‑chuva do projeto PISCES, na Indonésia.
A análise mostra que itens de uso cotidiano dominam a poluição plástica, destacando a urgência de ações voltadas a embalagens. A contraprova: cerca de 170 trilhões de partículas de plástico nos oceanos representam uma massa estimada em 2,3 milhões de toneladas de lixo.
Segundo os autores, a padronização global facilita priorizar intervenções. Richard Thompson, da Universidade de Plymouth, ressalta que os dados ajudam governos e indústrias a direcionar esforços para reduzir a produção e a reutilização de embalagens.
A pesquisa indica que intervenções focadas em embalagens de alimentos e bebidas devem ser a prioridade em 93% dos países analisados. O estudo reforça a necessidade de estratégias de reaproveitamento e redução de plástico a nível mundial.
Entre na conversa da comunidade