- Reginaldo Faria revelou, no programa Sem Censura, que Roberto Carlos era obcecado por queijo processado em formato de quadradinho, o Polenguinho.
- A equipe do filme Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora (1971) chegava a levar Polenguinho do café da manhã para ele, envolvendo mais de 30 pessoas.
- Reginaldo Faria e Roberto Carlos são amigos de longa data e contracenaram em filmes nos anos 1960 e 1970, incluindo Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), dirigidos por Roberto Farias.
- Faria lançou recentemente o filme Perto do Sol é Mais Claro, em que contracena com os filhos e aborda solidão, luto e etarismo.
- No ao vivo, Marcelo Faria brincou que, se houver show, as rosas serão substituídas por Polenguinhos.
Reginaldo Faria revelou um hábito inusitado de Roberto Carlos durante a gravação de um filme na década de 1970. Em participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, o ator contou que o amigo era obcecado por um queijo processado em formato de quadradinho. O episódio ocorreu durante as filmagens de Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora, em 1971, no cinema brasileiro.
Segundo Faria, a obsessão envolvia a equipe inteira do set. Mais de 30 pessoas saíam do hotel para levar Polenguinho ao Rei, sempre no café da manhã, para agradá-lo durante as gravações. A amizade entre os dois vem de décadas, com várias participações conjuntas no cinema.
Relações de longa data entre Reginaldo Faria e Roberto Carlos
Reginaldo Faria e Roberto Carlos contracenaram juntos em pelo menos dois filmes dirigidos por Roberto Farias, irmão do ator. Entre eles, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) e o projeto de 1971 citado, fortalecendo a parceria entre as famílias.
Reginaldo, que lança na última semana o filme Perto do Sol é Mais Claro, atua ao lado dos filhos e aborda temas como solidão, luto e etarismo. O longa reforça a continuidade de uma carreira marcada por parcerias com o amigo de longa data.
Sobre a repercussão e desdobramentos
Durante o programa, Marcelo Faria comentou a história, insinuando mudanças nas festividades futuras, brincando sobre a presença de Polenguinhos em vez de rosas durante shows. A história reaviva o vínculo entre artistas veteranos e a memória de bastidores da época.
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