- A St. Paul’s School foi fundada em 1926 no Jardim Paulistano, em São Paulo, e chega aos cem anos em 2026.
- Hoje é reconhecida como British School Overseas, atende de 3 a 18 anos e utiliza currículo com conteúdos internacionais e nacionais.
- O diretor desde 2020, Titus Edge, defende inclusão e formação de cidadãos preparados para o mundo real, mantendo tradições apenas se relevantes.
- A Fundação St. Paul’s, criada em 2008, oferece bolsas integrais (cincuenta atualmente) para alunos do Form 1 ao Upper 6, com mensalidade e transporte cobertos.
- O Projeto Fluir, iniciado em 2021, arrecada absorventes para meninas em comunidades vulneráveis; a celebração do centenário será na Sala São Paulo.
Há 100 anos, a St. Paul’s School de São Paulo foi fundada pela comunidade britânica para oferecer educação norte britânica. Localizada no Jardim Paulistano, a instituição mantém ensino em inglês, currículo alinhado ao Reino Unido e atendimento a alunos de diversas nacionalidades.
A escola já recebeu a visita da família real britânica e hoje busca ir além do tradicional. Em 2020, Titus Edge assumiu a direção, trazendo o foco na formação de cidadãos preparados para um mundo diverso e em constante mudança.
Centenário com foco na cidadania
Fundada em 1926, a St. Paul’s é reconhecida pelo governo do Reino Unido como British School Overseas. A instituição atende crianças de 3 a 18 anos, integrando conteúdos internacionais a um currículo nacional.
Sob a liderança de Edge, a escola reconhece a percepção de elitismo associada ao seu perfil. A meta é manter a qualidade educativa ao mesmo tempo em que promove inclusão, diversidade e pertencimento dentro da instituição.
Bolsas e inclusão social
Desde 2008, com a Fundação St. Paul’s, a escola financia bolsas de estudo. Em 2018, o processo seletivo ativo ampliou o acesso, com 50 bolsas integrais para estudantes de diferentes famílias, cobrindo mensalidade, uniforme e transporte.
Outra frente é o Projeto Fluir, iniciado em 2021. Alunas da escola arrecadam itens de higiene para comunidades vulneráveis, levando informações sobre pobreza menstrual a mulheres em bairros periféricos.
Objetivos para o futuro
A instituição aponta que formar bons cidadãos é tão relevante quanto o desempenho acadêmico. A ideia é preparar alunos para os desafios das décadas de 2030, 2040 e 2050, mantendo tradições relevantes e adaptando-as a novas necessidades de aprendizado.
A celebração do centenário terá desdobramentos artísticos, com apresentação na Sala São Paulo, conectando a história da escola ao serviço cultural da cidade. A conclusão, porém, não é anunciada: o foco está em próximos passos educacionais.
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