- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o anúncio sobre o embargo a Cuba será feito “em breve”.
- O embargo econômico e o bloqueio de petróleo contra Cuba são apontados como responsáveis pela crise energética da ilha.
- Trump afirmou que não haverá escalada e que o país cubano está desmoronando, sem necessidade de medida adicional.
- O presidente elogiou o procurador-geral interino Todd Blanche e disse que os EUA têm Cuba em mente, citando interesse de cubano-americanos e de famílias em Cuba.
- Trump mencionou a presença de pessoas ligadas à CIA em Cuba e comentou sobre a viagem do diretor da CIA ao país, ressaltando ligações do governo com Cuba.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (20) que os Estados Unidos vão anunciar em breve o embargo a Cuba. Ele respondeu a perguntas da imprensa sobre a duração prevista do embargo e não informou uma data exata. As declarações foram dadas em condição de fala aos jornalistas.
O embargo político e econômico contra Cuba é histórico, com impactos que se estendem ao abastecimento de petróleo e à crise energética na ilha. A fala de Trump ocorreu em meio a tensões duradouras entre os dois países e a visão de que medidas mais restritivas podem estar em pauta.
Durante a entrevista, Trump criticou a situação em Cuba, sugerindo um des controle do regime e dizendo que a população enfrenta dificuldades como desabastecimento e falta de energia. O presidente também mencionou ações ligadas ao Brasil, à CIA e ao governo cubano, afirmando ter experiência sobre o tema.
Ele reforçou que há interesse de retornar a Cuba para muitos cubano-americanos e pessoas que desejam ver familiares na ilha. Segundo o presidente, o país estaria aguardando por mudanças há 65 anos, o que, na visão dele, justificaria novas medidas.
Ao falar sobre possíveis desdobramentos, Trump indicou suporte a medidas de pressão e ressaltou que a população cubana merece condições melhores. Disse ainda que, até a implementação, há necessidade de oferecer ajuda humanitária e apoiar quem busca soluções para a crise na ilha.
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