- A Polícia Civil prendeu temporariamente, na sexta-feira (15), um engenheiro de 45 anos suspeito de matar a estudante Giovanna Neves Santana Rocha, 22, encontrada no apartamento em que morava no Savassi, Belo Horizonte.
- O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas a necropsia concluiu que a morte ocorreu por asfixia mecânica direta.
- O nome do suspeito não foi divulgado; ele teria se mudado para o apartamento da vítima após começarem o relacionamento, há cerca de quatro meses, sendo casado e pai de quatro filhos.
- Dois dias após a morte, ele pediu o reconhecimento de união estável e, segundo a polícia, haveria interesse em uma herança estimada em cerca de R$ 200 mil.
- Testemunhos indicam dependência emocional da vítima, com o suspeito supostamente enviando áudios para familiares dizendo que “ela morreu nos meus braços”.
A Polícia Civil prendeu na sexta-feira (15) um homem suspeito de matar a estudante Giovanna Neves Santana Rocha, 22, encontrada morta no apartamento onde morava, no bairro Savassi, em Belo Horizonte. A vítima foi localizada em 9 de fevereiro. O caso, iniciado como suicídio, passou a apontar feminicídio após perícias e depoimentos.
O suspeito, um engenheiro de 45 anos, foi detido temporariamente. A identidade dele não foi divulgada e a polícia não informou se ele já tem advogado. Após a prisão, ele não se manifestou. A corporação informou que a investigação segue em andamento.
A necropsia confirmou a morte por asfixia mecânica direta, o que contrastou com a versão inicial de suicídio. A polícia também investigou o comportamento do suspeito após o falecimento da vítima.
Segundo a delegada Ariadne Coelho, o homem teria ocupado o apartamento da vítima e pedido reconhecimento de união estável dois dias após o falecimento. Giovanna tinha cerca de R$ 200 mil a receber de herança, o que pode ter motivado o crime, segundo a autoridade.
A delegada ressaltou ainda que o relacionamento durou cerca de quatro meses. O investigado era casado formalmente e pai de quatro filhos, e teria começado a namorar Giovanna pouco antes do ocorrido. Depoimentos indicam dependência emocional e isolamento da vítima.
A polícia indicou que, durante a investigação, o suspeito passou a colocar a culpa pela morte em narrativas que não condiziam com as informações obtidas até o momento. Os investigadores seguem reunindo provas para esclarecer as circunstâncias do caso.
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