- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na tarde de 20 de maio com Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
- A Marcha dos Prefeitos, que este ano recebe pré-candidatos à Presidência para uma sabatina, teve a participação de Lula apenas como presença não confirmada na dinâmica de abertura.
- Entre as pautas levadas pelos prefeitos estão impactos financeiros com o fim da escala 6×1 e da taxa das blusinhas.
- O vice-presidente Geraldo Alckmin participou da abertura do evento e acabou vaiado em momentos do discurso; Lula também foi alvo de vaias em participações anteriores.
- No contexto da sabatina, outros candidatos responderam perguntas: Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, em momentos distintos na programação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na tarde desta quarta-feira com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, mas não participou da abertura da Marcha dos Prefeitos. A edição deste ano prevê sabatina com candidatos à Presidência, e Lula não confirmou presença na dinâmica.
Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, o objetivo é levar aos prefeitos as pautas locais, como o fim da escala 6×1 e a cobrança da chamada taxa das blusinhas. A CNM destacou que o formato envolve debates com pré-candidatos.
O Correio apurou que Lula enfrenta mal-estar entre gestores municipais pela ausência. A narrativa é de resistência entre chefes do Executivo, que já o acompanharam com vaias em participações anteriores, em 2024 e 2025. A retirada de Lula da abertura é vista nesse contexto.
Participação de outros candidatos e reação dos anfitriões
Nesta terça-feira (19), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) liderou uma sabatina de cerca de 30 minutos sem perguntas. Nesta quarta, Ronaldo Caiado (PSD) respondeu a perguntas com tempo limitado. À tarde, Romeu Zema (Novo) deve participar da rodada de perguntas.
Ainda segundo o levantamento do Correio, o vice-presidente Geraldo Alckmin participou da abertura da marcha e também foi vaiado em diversos momentos de seu discurso. A avaliação entre prefeitos é de que o governo evita desgastes eleitorais, considerando as pesquisas de intenção de voto.
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