- Vladimir Sacchetta, jornalista, produtor cultural, pesquisador e escritor, morreu aos 75 anos nesta sexta-feira (15).
- Registrou greves operárias do ABC, a memória do movimento operário e de revolucionários brasileiros, como Olga Benário; participou de obras premiadas com o Jabuti, incluindo a obra póstuma de Florestan Fernandes e Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia (coautoria com Carmen Lúcia Azevedo e Márcia Camargos).
- Dedicou os últimos anos a projetos de documentação e memória, como o Memorial da Democracia (Instituto Lula) e registros da Imprensa Alternativa (junto ao Instituto Vladimir Herzog), além de estudos sobre cultura brasileira.
- Foi um dos fundadores da Sociedade dos Observadores de Saci e atuou como conselheiro do Centro de Documentação do Movimento Operário Mario Pedrosa (Cemap).
- Deixa dois filhos e um neto; o velório acontece no sábado (16) na Barra Funda, em São Paulo.
Vladimir Sacchetta, jornalista, produtor cultural, pesquisador e escritor, faleceu aos 75 anos nesta sexta-feira (15). A notícia foi confirmada pela família e por instituições ligadas à memória cultural brasileira. Sacchetta dedicou-se a registrar greves operárias, a memória de movimentos populares e de revolucionários brasileiros, contribuindo para o acervo histórico do país.
Ao longo de sua carreira, Sacchetta colaborou em obras premiadas com o Jabuti, incluindo a póstuma de Florestan Fernandes e Monteiro Lobato: Furacão na Botocúndia, escrita em parceria com Carmen Lúcia Azevedo e Márcia Camargos. Também atuou em projetos de documentação no Memorial da Democracia, do Instituto Lula, e em registros da Imprensa Alternativa com o Instituto Vladimir Herzog.
Legado e reconhecimento
Instituto Vladimir Herzog ressaltou a importância de Sacchetta na preservação da memória cultural e política brasileira, destacando seu papel na valorização das lutas democráticas e da liberdade de expressão. O Centro de Documentação do Movimento Operário Mario Pedrosa (Cemap) descreveu o falecido como um dos seus conselheiros mais atuantes.
Sacchetta deixa dois filhos e um neto. O velório acontece neste sábado (16) na Barra Funda, região central de São Paulo. A família ainda não confirmou detalhes sobre sepultamento. O Cemap também manifestou pesar pela perda de um guardião da memória nacional.
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