- Pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram para 189.000 na semana encerrada em 25 de abril, após ajuste sazonal.
- Economistas esperavam 215.000 pedidos na última leitura.
- Pedidos contínuos recuaram em 23.000, para 1,785 milhão na semana encerrada em 18 de abril; a taxa de desemprego de março foi de 4,3%.
- O mercado de trabalho segue com menor contratação e menor demissão, mesmo diante do choque de preços do petróleo ligado ao conflito no Oriente Médio.
- O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% e sinalizou possibilidade de manter o ritmo neste ano, conforme monitoramento da inflação.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram na semana encerrada em 25 de abril, somando 189 mil, ajuste sazonal. A queda foi de 26 mil frente à semana anterior, conforme dados divulgados nesta quinta-feira.
Economistas haviam previsto 215 mil pedidos, apontando surpresa positiva no mercado de trabalho. O relatório aponta que a indústria permanece com ritmo de contratações moderado, em meio a choques de preço relacionados ao conflito no Oriente Médio.
A taxa de desemprego em abril não apresentou variações relevantes, sugerindo continuidade do quadro de estabilização. O mercado ainda não exibiu impactos significativos do acirramento entre EUA e Irã no desempenho das folhas salariais.
O número de pessoas que recebe auxílio-desemprego após a primeira semana caiu 23 mil, para 1,785 milhão, na semana encerrada em 18 de abril. Esses dados ajudam a compor a visão de empregabilidade no curto prazo.
O Federal Reserve manteve a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% na reunião de quarta-feira, citando preocupação com a inflação. A decisão reforça a percepção de que o mercado de trabalho robusto ainda não exige aperto adicional imediato.
Especialistas destacam riscos de pressões inflacionárias caso interrupções no transporte marítimo aumentem o custo de commodities, como fertilizantes, petroquímicos e alumínio. A avaliação se concentra no cenário de energia e insumos.
As leituras de emprego e inflação permanecem centrais para as expectativas do mercado financeiro sobre a atuação do Fed neste ano. A attenzione ocorre enquanto o conflito geopolítico influencia sensores de preço em setores ligados à produção.
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