- Governo federal promove, entre os dias 24 e 30 de abril, uma semana de vacinação em mais de 104,9 mil escolas públicas, com alcance estimado de 27 milhões de alunos. Até o dia 31 de maio é possível receber as vacinas nas escolas.
- Serão disponibilizadas seis vacinas: tríplice viral, tríplice bacteriana (DTP), febre amarela, HPV, meningocócica ACWY e Covid-19.
- Para receber as vacinas, os estudantes precisam da autorização dos pais ou responsáveis; pessoas até 19 anos podem atualizar a vacinação contra HPV nesse período.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que a vacinação nas escolas facilita a rotina das famílias e citou a necessidade de combater o discurso antivacina; há relatos de resistência em algumas localidades.
- A ação também pode atingir escolas privadas por meio de parceria com o SUS; além disso, o governo tem enviado alertas de vacinação via celular, com milhões de mensagens já enviadas.
O governo federal lançará uma semana de vacinação em escolas públicas de todo o país entre 24 e 30 de abril. A ação, integrada ao Programa Saúde na Escola, visa ampliar a cobertura de crianças e adolescentes de 9 meses a 15 anos. A vacinação poderá ocorrer até 31 de maio nas instituições participantes.
A iniciativa envolve 27 milhões de estudantes em 104,9 mil escolas públicas. Para receber as vacinas, será necessária autorização dos pais ou responsáveis. Além disso, até 19 anos podem atualizar a vacinação contra o HPV durante o período.
Vacinas disponíveis
Serão oferecidas seis vacinas: tríplice viral, trílice bacteriana (DTP), febre amarela, HPV, meningocócica ACWY e Covid-19. A meta é facilitar o acesso à imunização, especialmente para famílias com agenda de trabalho apertada.
Por que a medida
O Ministério da Saúde vê a medida como forma de ampliar a cobertura vacinal e reduzir barreiras logísticas. O ministro Alexandre Padilha destacou a importância de combater o discurso antivacina e ressaltou a relação direta com a proteção das crianças na infância.
Apoio institucional
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, afirmou que é essencial manter as crianças vacinadas na idade indicada, especialmente na primeira infância. A iniciativa também envolve ações com escolas privadas, mediante parcerias com o SUS, para retomar acordos de vacinação.
Alcance e desdobramentos
Além da campanha, o Ministério da Saúde já enviou mais de 39 milhões de mensagens sobre imunização a trabalhadores e pais, incluindo cerca de 10,2 milhões via WhatsApp. As ações visam ampliar a adesão e esclarecer dúvidas sobre as vacinas disponíveis.
Desafios e prioridade
Entre os desafios listados pelo governo estão resistência de pais em alguns locais e discreta disposição de parte dos profissionais de saúde para atuar em contexto escolar. O objetivo é ampliar a prática de vacinação nas unidades públicas.
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