- Ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, está preso há mais de cinco meses no Complexo Penitenciário da Papuda, desde novembro de 2025.
- Stefanutto passará a ser defendido por Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, advogado com trânsito em tribunais superiores e alinhado com o governo Lula.
- Kakay integra o grupo Prerrogativas, que reúne advogados progressistas e também atua na defesa de políticos de direita, como Ibaneis Rocha no caso Master.
- A investigação da Polícia Federal aponta o suposto recebimento de 4 milhões de reais por Stefanutto em desvios de aposentados e pensionistas do INSS.
- Aliados afirmam que o ex-presidente do INSS se sentiu abandonado na prisão, o que motivou a defesa a buscar um advogado mais atuante.
O ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, passou a contar com a defesa do advogada Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, conhecido por trânsito em tribunais superiores e alinhado ao governo Lula. Stefanutto permanece preso, com mais de cinco meses de encarceramento.
Kakay integra o grupo Prerrogativas, formado por advogados com atuação em casos de interesse público. Além de Stefanutto, o jurista também representa políticos de direita, como Ibaneis Rocha, alvo de representação no STJ relacionada ao caso Master.
Stefanutto foi preso em novembro de 2025 durante operação da Polícia Federal. Entre as acusações, está o suposto recebimento de cerca de R$ 4 milhões em propina vinculada a desvios no INSS, segundo apurações da PF que apontam facilitação do esquema envolvendo aposentados e pensionistas.
Aliados do ex-presidente afirmam que ele se sentiu abandonado na prisão. O político permanece no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, desde novembro de 2025, e a defesa busca atuação mais firme para acompanhar o andamento do processo.
Desdobramentos legais
A nomeação de Kakay sinaliza mudança na estratégia jurídica, com maior tráfego de recursos e comunicação institucional. A defesa é vista como um movimento para contestar decisões judiciais e acompanhar diligências da investigação. O caso continua sob investigação da PF e tramita nos tribunais competentes.
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