Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ativistas mexicanos são assassinados após denunciarem “campo de extermínio” em Jalisco

Ativistas mexicanos que denunciavam desaparecimentos foram assassinados em Jalisco. O governo investiga possíveis ligações com seu trabalho.

0:00
Carregando...
0:00

María del Carmen Morales e seu filho Jaime Daniel Ramírez Morales, que eram ativistas em busca de pessoas desaparecidas no México, foram assassinados em Jalisco. O crime aconteceu na quinta-feira e as autoridades estão investigando se os assassinatos têm relação com o ativismo da família. Morales fazia parte do grupo Guerreiras Buscadoras de Jalisco, que ajuda a localizar desaparecidos. Seu filho, Jaime, havia desaparecido em fevereiro de 2024. Em março, o grupo encontrou um rancho ligado a um grupo criminoso, onde havia crematórios e restos humanos, sendo considerado um “campo de extermínio” por ativistas. O promotor do estado disse que ainda não há provas ligando os assassinatos ao trabalho de Morales, mas todas as possibilidades estão sendo analisadas. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que o Subsecretário de Direitos Humanos irá contatar a família para oferecer apoio e pediu uma investigação detalhada. Este é o segundo caso recente de ativistas mortos na região; em abril, Teresa González, que também buscava justiça por um familiar desaparecido, foi assassinada em um ataque armado.

María del Carmen Morales e seu filho Jaime Daniel Ramírez Morales, ativistas em busca de pessoas desaparecidas no México, foram assassinados em Jalisco. O crime ocorreu na quinta-feira, e as autoridades locais investigam a possível relação entre os assassinatos e o ativismo da família.

Morales era membro do grupo Guerreiras Buscadoras de Jalisco, que se dedica a localizar desaparecidos. Seu filho, Jaime, havia desaparecido em fevereiro de 2024. Em março, o grupo anunciou a descoberta do rancho Izaguirre, um local associado a um grupo criminoso, onde foram encontrados crematórios e restos humanos. O rancho foi descrito como um “campo de extermínio” por ativistas, embora as autoridades não tenham adotado essa terminologia.

O escritório do promotor do estado afirmou que, até o momento, não há evidências que conectem os assassinatos ao trabalho de Morales. Denis Rodríguez, porta-voz do Ministério Público de Jalisco, destacou que todas as possibilidades estão sendo investigadas. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que o Subsecretário de Direitos Humanos entrará em contato com a família para oferecer assistência e pediu uma investigação minuciosa.

Este é o segundo caso recente de ativistas mortos na região. Teresa González, que também buscava justiça por um familiar desaparecido, foi assassinada em abril após um ataque armado. Ela estava à procura de seu irmão, desaparecido em Guadalajara, uma das cidades com maior número de desaparecimentos no país.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais