- O jornalista Denis Kuck faleceu aos 45 anos após quatro anos de luta contra câncer no intestino.
- Ele deixa uma filha e a esposa, Olívia Mendonça.
- O velório ocorrerá no Crematório Penitência, no Caju, nesta segunda-feira, às 9h.
- Kuck trabalhou em veículos como GLOBO e Valor Econômico, destacando-se em reportagens sobre o Rio de Janeiro.
- Amigos e familiares prestaram homenagens nas redes sociais após sua morte.
O jornalista Denis Kuck, conhecido por suas reportagens sobre o Rio de Janeiro, faleceu na noite de sábado, aos 45 anos, após uma batalha de quatro anos contra um câncer no intestino. Ele deixa uma filha, Antônia, de 8 anos, e a esposa Olívia Mendonça. O velório ocorrerá nesta segunda-feira, no Crematório Penitência, no Caju, às 9h.
Kuck teve uma carreira notável, passando por veículos como GLOBO e Valor Econômico. No GLOBO, atuou de 2006 a 2010, e, mais recentemente, contribuiu para a cobertura da COP29 em 2022. Sua formação em jornalismo pela UFRJ foi acompanhada desde a infância por experiências ao lado do pai, Claudio Renato Kuck, também repórter.
Durante sua trajetória, Denis se destacou por matérias que retratavam a vida nas zonas Sul e Oeste do Rio. Um de seus textos mais marcantes foi sobre Maria Rosa do Sacramento, uma centenária de Campo Grande, publicado em 2007. Além do GLOBO, Kuck trabalhou na revista Ciência Hoje, na Agência EFE e na revista Peru Molhado, de Búzios. Ele também foi editor do jornal Village Life, distribuído durante as Olimpíadas de 2016.
A notícia de sua morte foi compartilhada por amigos e familiares, que prestaram homenagens nas redes sociais. O amigo Daniel Brunet expressou sua dor: “Não há como se despedir de quem nunca sairá das nossas memórias. Te amo, irmão. Te amo pra sempre”. A última contribuição de Denis ao GLOBO foi uma análise sobre a comercialização do crédito de carbono e seu impacto no Brasil.
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