- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, recomendou ao deputado Pedro Paulo que adie a divulgação da proposta de reforma administrativa.
- A apresentação do texto, prevista para esta terça-feira (19), foi postergada sem nova data definida.
- As discussões com as bancadas devem durar pelo menos duas semanas.
- Motta já se reuniu com o partido PSD e planeja encontros com deputados do PT, União Brasil, PP e Republicanos nesta quarta-feira (20).
- A reforma inclui três textos distintos e aborda temas como avaliação de desempenho, bônus de eficiência e mudanças nas férias de juízes e promotores.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, recomendou ao deputado Pedro Paulo, coordenador do grupo de trabalho sobre a reforma administrativa, que adie a divulgação da proposta para ouvir sugestões das bancadas partidárias. A apresentação do texto, que estava agendada para esta terça-feira (19), foi postergada, e não há uma nova data definida para o protocolo. As discussões com os partidos devem durar pelo menos duas semanas.
Motta já se reuniu com seu partido, o PSD, e planeja encontros com deputados do PT, União Brasil, PP e Republicanos nesta quarta-feira (20). O objetivo é debater o conteúdo da reforma antes de sua tramitação, buscando um texto mais maduro e alinhado com as expectativas dos parlamentares.
Propostas em Discussão
Até o momento, a reforma administrativa tem sido discutida entre os integrantes do grupo de trabalho e líderes partidários. O presidente da Câmara enfatizou a importância de ouvir mais deputados para aprimorar a proposta. Em reunião recente, Motta conversou com Pedro Paulo e as ministras Gleisi Hoffman e Esther Dweck sobre as divergências entre o governo e a Câmara, além de discutir as 70 propostas em análise.
Serão apresentados três textos distintos: uma proposta de emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e um projeto de lei ordinária. Entre os temas abordados, destacam-se regras para avaliação de desempenho, bônus de eficiência, progressão de carreira e concursos públicos, além da proposta de eliminar as férias de 60 dias para juízes e promotores.
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