- O Conselho Federal de Medicina questiona o uso da eletroconvulsoterapia no SUS, destacando necessidade de rigor técnico e evidências sólidas.
- Instituto Raul Soares, em Belo Horizonte, gastou R$ 1,18 milhão no primeiro semestre de 2025 com 600 sessões do método.
- O gasto inclui anestesia, equipamentos e profissionais envolvidos no procedimento.
- Especialistas apontam falta de evidências conclusivas sobre os benefícios e destacam riscos como perda de memória e confusão; uso deve ocorrer em casos extremos, com consentimento informado.
- O debate sobre a eletroconvulsoterapia no SUS deve seguir, buscando evidências mais robustas e garantia dos direitos dos pacientes.
O Conselho Federal de Medicina questiona a eletroconvulsoterapia (ECT) no SUS. O método, permitido no Brasil, é usado em depressão grave e outros transtornos, mas sua eficácia e segurança permanecem debatidas. A prática envolve choques elétricos no cérebro com anestesia.
Dados do Instituto Raul Soares, em Belo Horizonte, mostram que, no 1º semestre de 2025, foram realizadas 600 sessões, com gasto de R$ 1,18 milhão. O valor é destinado a anestesia, equipamentos e profissionais.
Contexto
A discussão envolve a falta de evidências conclusivas sobre benefícios da ECT e os riscos de efeitos colaterais, como perdas de memória. Especialistas destacam a necessidade de consentimento informado e uso restrito a casos extremos.
Perspectivas
O CFM reforça que a ECT deve ocorrer com rigor técnico e ético, respaldada por evidências. A prática continua presente em hospitais públicos e privados, muitas vezes como última opção para pacientes não respondentes a outros tratamentos.
Observações finais
O debate sobre o uso da ECT no SUS segue, buscando evidências mais robustas e a proteção dos direitos dos pacientes. Fontes citadas incluem o Conselho Federal de Medicina e o Instituto Raul Soares.
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