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Conselho questiona uso de eletroconvulsoterapia no SUS

CFM questiona uso da eletroconvulsoterapia no SUS; Instituto Raul Soares gastou R$ 1,18 milhão com 600 sessões no 1º semestre de 2025

Centenário, o Instituto Raul Soares foi inaugurado em 1924, na avenida do Contorno
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  • O Conselho Federal de Medicina questiona o uso da eletroconvulsoterapia no SUS, destacando necessidade de rigor técnico e evidências sólidas.
  • Instituto Raul Soares, em Belo Horizonte, gastou R$ 1,18 milhão no primeiro semestre de 2025 com 600 sessões do método.
  • O gasto inclui anestesia, equipamentos e profissionais envolvidos no procedimento.
  • Especialistas apontam falta de evidências conclusivas sobre os benefícios e destacam riscos como perda de memória e confusão; uso deve ocorrer em casos extremos, com consentimento informado.
  • O debate sobre a eletroconvulsoterapia no SUS deve seguir, buscando evidências mais robustas e garantia dos direitos dos pacientes.

O Conselho Federal de Medicina questiona a eletroconvulsoterapia (ECT) no SUS. O método, permitido no Brasil, é usado em depressão grave e outros transtornos, mas sua eficácia e segurança permanecem debatidas. A prática envolve choques elétricos no cérebro com anestesia.

Dados do Instituto Raul Soares, em Belo Horizonte, mostram que, no 1º semestre de 2025, foram realizadas 600 sessões, com gasto de R$ 1,18 milhão. O valor é destinado a anestesia, equipamentos e profissionais.

Contexto

A discussão envolve a falta de evidências conclusivas sobre benefícios da ECT e os riscos de efeitos colaterais, como perdas de memória. Especialistas destacam a necessidade de consentimento informado e uso restrito a casos extremos.

Perspectivas

O CFM reforça que a ECT deve ocorrer com rigor técnico e ético, respaldada por evidências. A prática continua presente em hospitais públicos e privados, muitas vezes como última opção para pacientes não respondentes a outros tratamentos.

Observações finais

O debate sobre o uso da ECT no SUS segue, buscando evidências mais robustas e a proteção dos direitos dos pacientes. Fontes citadas incluem o Conselho Federal de Medicina e o Instituto Raul Soares.

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