- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva designou Teresa Leitão (PT-PE) para substituir Jaques Wagner (PT-BA) como líder do governo no Senado.
- Teresa Leitão foi eleita senadora em 2022 com 46,12% dos votos válidos, e é a primeira mulher a ocupar a liderança do governo no Senado, além de ser a primeira mulher eleita senadora em Pernambuco.
- Lula afirmou que a nova líder terá a missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população, como o fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança.
- Wagner entregou o cargo em 24 de 25? (conferir data exata no texto; a matéria menciona entrega em 24) após reunião com Lula, e afirmou que não atuou em defesa do Banco Master, mas se sentia injustiçado e não atrapalharia a campanha presidencial.
- Wagner é investigado na nona fase da Compliance Zero, acusado de receber propina do Banco Master ao receber um apartamento de R$ 2,5 milhões em Salvador, do empresário Augusto Lima.
LULA designou Teresa Leitão (PT-PE) para substituir Jaques Wagner (PT-BA) como líder do governo no Senado. A decisão foi anunciada em Brasília nesta quinta-feira, 25, e aponta a missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população, como o fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança.
Teresa Leitão foi eleita senadora em 2022, com 46,12% dos votos válidos. Ela se tornou a primeira mulher a chefiar a liderança do governo no Senado e a primeira mulher senadora de Pernambuco.
Wagner entregou o cargo na quarta-feira, 24, após reunião com Lula. No encontro, ele disse não ter atuado no Congresso para defender o Banco Master e afirmou sentir-se injustiçado, mas não pretende atrapalhar a campanha do presidente à reeleição.
A nona fase da Operação Compliance Zero envolve Wagner, que é acusado de receber propina ligada ao Banco Master. A acusação envolve um apartamento avaliado em 2,5 milhões de reais, comprado em Salvador, do empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Master.
A nomeação de Leitão visa manter a articulação entre o governo federal e o Senado, especialmente em pautas como a PEC da Segurança e outras propostas em tramitação. A novidade marca o diálogo entre Executivo e Legislativo para avançar a agenda pública.
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