- A Polícia Federal rejeitou a segunda proposta de delação premiada do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, por entender que não há fatos novos com provas relevantes.
- A Procuradoria-Geral da República ainda não se posicionou sobre o acordo.
- A defesa apresentou a segunda proposta em 1º de junho; a reunião prevista para 3 de junho foi adiada para ampliar o prazo de avaliação.
- A delação descreve suposto uso da influência política de Vorcaro para fechar aportes bilionários com fundos de previdência de funcionários públicos estaduais.
- As investigações fazem parte da operação Compliance Zero, que envolve várias fases, prisões, buscas e bloqueio de ativos desde novembro de 2025 até maio de 2026.
A Polícia Federal rejeitou nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026, a segunda proposta de delação premiada apresentada por Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Segundo a PF, os fatos descritos não trazem provas novas que justifiquem benefícios. A avaliação envolve também a PGR, que ainda não se manifestou.
A defesa de Vorcaro enviou a proposta em 1º de junho. Havia previsão de reunião em 3 de junho, mas a PF adiou para ampliar o prazo de análise. A delação descreve uso de influência política para fechar aportes com fundos de previdência.
A investigação é parte da operação Compliance Zero, iniciada em novembro de 2025 e conduzida pela PF. O caso envolve fraudes no Banco Master, que foi liquidado pelo BC, e apura desvios de recursos e estruturas de propina.
Contexto da operação
A operação já passou por oito fases, com prisões, buscas e bloqueios de ativos. Vorcaro chegou a ser preso novamente em março de 2026 e está custodiado em Brasília. As fases apuram uso de fundos fraudulentos para maquiar os caixas do Master.
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