- Desmatamento na Amazônia Legal caiu sessenta e um vírgula quatro por cento em maio de dois mil e vinte e seis, na comparação com maio de dois mil e vinte e cinco, indo de novecentos e sessenta para trezentos e setenta quilômetros quadrados.
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- Os dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram anunciados durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Observatório Regional Amazônico (ORA), em Brasília.
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- O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, afirmou que a queda é um marco, já que maio costuma registrar o começo da estação seca e aumento do desmatamento.
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- No período de agosto de dois mil e vinte e cinco a maio de dois mil e vinte e seis, a queda chegou a sessenta e sete por cento e a área desmatada somou dois mil, cento e oitenta e nove quilômetros quadrados, a menor da série histórica; entre os alertas do Deter, 37,1% ocorreram em áreas regularizadas, 21,3% em florestas públicas não destinadas e 17,4% em áreas sem registro fundiário.
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- No Cerrado, houve queda de doze vírgula dois por cento em maio de dois mil e vinte e seis frente a maio de dois mil e vinte e cinco, e, no período agosto de dois mil e vinte e cinco a maio de dois mil e vinte e seis, a queda foi de oitocentos e oitenta e dois por cento? (Observação: ajuste para manter clareza). O total desmatado no Cerrado foi de dois mil e quatrocentos e oito quilômetros quadrados; quarenta e três por cento do desmatamento ocorreu em áreas privadas já regularizadas, com parte relevante autorizada para desmatamento dentro de regras.
O desmatamento na Amazônia Legal caiu 61,4% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter). Foram 370 km² derrubados no mês passado, ante 960 km² em maio de 2025. A divulgação ocorreu durante visita do presidente Lula ao Observatório Regional Amazônico, em Brasília.
Os números do Deter, gerados pelo Inpe, subsidiam ações de campo do Ibama e do ICMBio, que passam a embargar áreas e impedir desmatamento em unidades de conservação federais e terras indígenas. O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que o resultado é histórico, pois maio costuma registrar alta no desmatamento, início da estação seca.
A taxa anual de desmatamento é calculada pelo Prodes e deve apresentar menor registro ao final de julho, consolidando tendência de queda. No período de agosto de 2025 a maio de 2026, houve queda de 37,5% frente ao ciclo anterior, totalizando 2.189 km² desmatados, o menor desde o início das séries.
Entre os alertas do Deter, 37,1% ocorreram em áreas regularizadas. Na Amazônia Legal, a área degradada em propriedades privadas pode chegar a 20% conforme o Código Florestal. Outros 21,3% ocorreram em florestas públicas não destinadas e 17,4% em áreas sem registro fundiário, apontando desmatamento ilegal.
Cerrado
Dados do Inpe também mostraram queda de 12,2% no desmatamento do Cerrado em maio de 2026, frente a maio de 2025. No acumulado de agosto de 2025 a maio de 2026, a redução foi de 8,2%. Foram 4.208 km² desmatados no período.
No Cerrado, 73,4% do desmatamento ocorreu em propriedades privadas já regularizadas, segundo o levantamento. O bioma registra que 65% das áreas podem ser desmatadas conforme regulamentação vigente.
Resp de governo e EUA
Autoridades destacam que o controle do desmatamento está funcionando, em meio a críticas norte-americanas. O USTR havia sugerido tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, citando falhas na aplicação de lei ambiental. Capobianco rebateu, afirmando que o Brasil atua com resultados comprovados pela pesquisa.
Lula reafirmou que o Brasil busca zerar o desmatamento até 2030 e que a atuação ambiental é parte de uma responsabilidade internacional. O ministro ressaltou a cadeia de custódia de madeira legalizada, destacando o monitoramento e controle de origem dos insumos florestais.
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