- Empresária Roberta Luchsinger prestou depoimento à Polícia Federal e afirmou ter apresentado Lulinha a Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, no âmbito de investigações sobre fraudes no INSS.
- Roberta afirmou também que não repassou dinheiro a Lulinha; as investigações apontam possível atuação como operadora financeira e política do esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas.
- Deputados divergiram sobre o impacto político do elo entre Lulinha e Careca do INSS para o presidente Lula, com o deputado Carlos Jordy afirmando que o vínculo pode afetar as eleições.
- Jordy informou que Lulinha teria recebido mesada de R$ 300 mil e um total de R$ 25 milhões do Careca do INSS, além de viajar com ele para Lisboa, conforme relatos de Edson Claro.
- Glauber Braga rebateu as acusações, afirmando que a quebra de sigilo de Lulinha foi autorizada pelo ministro André Mendonça e citou supostas relações entre operações fraudulentas do INSS e o Banco Master, além de comentar mudanças na liderança do inquérito e outros desdobramentos.
O Grande Debate lançou nesta quarta-feira um debate entre políticos sobre a influência de um elo entre Lulinha e Careca do INSS nas eleições. Roberta Luchsinger prestou depoimento à Polícia Federal, indicando ter apresentado Lulinha a Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. O objetivo é esclarecer a relação entre as partes envolvidas na investigação de fraudes no INSS.
Durante o depoimento, Roberta afirmou não ter repassado dinheiro a Lulinha. As investigações apontam que ela atuaria como operadora financeira e política do esquema, que envolvia a distribuição de recursos desviados para ocultar valores de aposentados. O objetivo é entender o funcionamento do suposto esquema.
O atual debate político envolve declarações de parlamentares sobre impactos eleitorais. O deputado Carlos Jordy afirmou que o elo entre Lulinha e Careca pode influenciar a candidatura de Lula, citando supostos valores recebidos e viagens pagas para Lisboa. Jordy mencionou que informações teriam origem em fontes ligadas ao caso.
Glauber Braga rebateu as acusações, dizendo que a quebra de sigilos de Lulinha foi autorizada por um ministro indicado pelo ex-presidente. O parlamentar também questionou detalhes de investigações, como mudanças no comando do inquérito e supostas ligações com operações financeiras envolvendo o INSS.
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