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Zema reage a críticas de Gilmar: Brasil real não usa português rebuscado

Na 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, Zema anuncia plano implacável, privatizações e queda da dívida, após críticas de Gilmar Mendes

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo-MG), durante o primeiro painel dos presidenciáveis na XXVII Marcha dos Prefeitos
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  • O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pré-candidato à presidência, participou da 27ª Marcha dos Prefeitos em Brasília e prometeu um plano “implacável” para um possível governo.
  • Ele afirmou que, sob seu governo, o governo federal vai gastar menos do que arrecada, reduzir a dívida e os juros, com foco em privatizações.
  • Zema disse que pretende recuperar territórios ocupados por organizações criminosas e combater o que chama de “intocáveis”, referência a autoridades do Supremo Tribunal Federal.
  • Em resposta a críticas do ministro Gilmar Mendes, ele afirmou que o Brasil não anda “em tapete vermelho” nem fala “português rebuscado”.
  • O ex-governador criticou o atual tratamento aos prefeitos e disse que eles estão sufocados, destacando que a União enfrenta dificuldades com recursos.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Novo, participou da 27ª Marcha dos Prefeitos em Brasília. Ele afirmou que, se eleito, apresentará um plano de governo “implacável” para reduzir gastos, diminuir a dívida pública e baixar juros.

Em resposta a críticas do ministro do STF Gilmar Mendes, Zema disse que o País não pode andar em “tapete vermelho”. O gestor criticou o que chama de favorecimentos a determinados grupos na capital federal.

O ex-governador prometeu privatizações como parte de sua estratégia. Disse ainda que pretende poupar recursos, cortar gastos e fazer o governo gastar menos que a arrecadação, para conter o endividamento nacional.

Entre os objetivos de governo, Zema citou a recuperação de territórios ocupados por organizações criminosas e o combate aos chamados intocáveis, expressão que usa para se referir a autoridades em Brasília.

Durante o discurso, Zema afirmou que, em Minas, não houve tratamento diferenciado entre prefeitos de esquerda ou de direita. Afirmou que os prefeitos estão sobrecarregados e que a União não tem recursos suficientes para atender às demandas locais.

O político voltou a classificar as próprias propostas como centradas na austeridade e na eficiência da máquina pública, com foco em responsabilidade fiscal, investimentos estratégicos e melhoria dos serviços aos municípios.

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