- Durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, o pré-candidato Romeu Zema defendeu o fim da audiência de custódia e mais rapidez para prender criminosos.
- Ele citou El Salvador como exemplo de medidas que, segundo ele, reduziram homicídios, e afirmou que não quer prefeitos lidando com segurança pública.
- Zema questionou quem atua na segurança, dizendo que o tema estaria nas mãos de antropólogos e assistentes sociais que “nunca estiveram em um tiroteio”.
- A proposta é definir criminosos presos sem audiência de custódia em um dia, alegando que o sistema atual incentiva a criminalidade.
- O ex-governador comparou cenários internacionais e lembrou que a Constituição Federal atribui a segurança pública a todas as esferas de governo, conforme o artigo cento quatorze.
O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) defendeu o fim da audiência de custódia e a agilidade para prisões durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília. Ele afirmou que prefeitos não devem lidar com segurança pública e citou El Salvador como exemplo de medidas eficazes.
Segundo o ex-governador, a segurança pública é responsabilidade de todas as esferas e a gestão municipal tem papel na proteção de bens e pessoas. O discurso questionou quem atua hoje na área, segundo Zema, destacando a participação de antropólogos e assistentes sociais.
O caso envolve a proposta de terminar com as audiências de custódia, eliminando a fase de avaliação judicial rápida da prisão. Zema afirmou que o sistema atual incentiva a criminalidade e defendeu uma responsabilidade federal para decisões sobre detenção imediata.
Propostas de Zema
O ex-governador sugeriu que criminosos sejam mantidos presos sem audiência de custódia em um único dia. As afirmações foram feitas durante o evento, que reuniu prefeitos e lideranças locais. O tema divide opiniões sobre impactos na segurança pública.
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