- O preço do petróleo Brent caiu cerca de 6% nesta quarta-feira, com o barril em US$ 104,65; na abertura, estava em US$ 110,94.
- A queda ocorre em meio a avaliação de desdobramentos e a possível aproximação do fim do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.
- Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o Brent acumula alta de cerca de 50%.
- O Senado dos Estados Unidos aprovou, na terça-feira, uma resolução que restringe os poderes de guerra do presidente Donald Trump, exigindo autorização do Congresso para novos ataques.
- Nesta quarta, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a jornalistas não ter pressa em encerrar o conflito com o Irã, destacando que atingir os objetivos da missão é mais importante do que um cronograma.
O preço do petróleo caiu cerca de 6% nesta quarta-feira (20 maio 2026). O barril Brent fechou em US$ 104,65, após abrir em US$ 110,94, conforme avaliação de mercados sobre possíveis desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
A queda ocorre em meio a sinais de possível fim do confronto entre EUA, Israel e Irã, e aos desdobramentos políticos internos nos Estados Unidos. Investidores revisam cenários e impactos sobre a oferta global.
O Brent acumula alta de 50% desde o início do conflito em 28 de fevereiro, quando operava próximo de US$ 70 o barril. A elevação reflete a tensão geopolítica e a incerteza sobre suprimentos.
Nessa terça-feira (19), o Senado dos EUA aprovou uma resolução para reduzir os poderes de guerra do presidente Donald Trump, exigindo autorização do Congresso para novas ações militares. A medida pode influenciar futuros atos no conflito.
Nesta quarta, Trump afirmou a jornalistas que não tem pressa em encerrar o conflito com o Irã, dizendo que alcançar os objetivos da missão é mais importante do que estabelecer um cronograma.
Desdobramentos políticos
A decisão do Senado pode impactar futuras decisões de política externa e de uso da força, ampliando o escrutínio sobre atos militares dos EUA. Não há confirmação de data para uma eventual conclusão do conflito.
Mercado e impactos previstos
Especialistas destacam que volatilidade segue alta, com reações condicionadas a declarações oficiais e a novos desdobramentos diplomáticos. Analistas ressaltam que a trajetória do petróleo depende de pressões de oferta.
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