- Dois policiais que atuaram no Congresso em 6 de janeiro de 2021 processaram o presidente Donald Trump e o governo para impedir o novo fundo de 1,8 bilhão de dólares, criado para “antipoliciais” e aliados de Trump.
- A ação, apresentada em 20 de maio em um tribunal federal de Washington, afirma que o fundo financia organizações paramilitares que ameaçaram os manifestantes naquele dia.
- Os autores argumentam que o fundo representa risco à vida deles e deve ser dissolvido para evitar financiamento público a tais groups.
- O governo criou um comitê de cinco integrantes, todos indicados pelo procurador-geral interino Todd Blanche, para decidir a distribuição dos recursos.
- Blanche já afirmara que, em teoria, pode haver beneficiários entre defensores condenados de agressões a policiais, e Trump disse que o fundo visa reembolsar pessoas que teriam sido tratadas injustamente.
Two policiais que defenderam o Capitólio em 6 de janeiro de 2021 moveram ação contra o então presidente Donald Trump e autoridades da sua gestão. O objetivo é bloquear um fundo de 1,8 bilhão de dólares criado pela Justiça para supostamente combater a “weaponização”.
A ação, apresentada em 20 de maio em Washington DC, contesta a criação do fundo e o descreve como fonte de recursos para atacar rivais de Trump. Os demandantes afirmam que o mecanismo coloca suas vidas em risco ao incentivar violência de apoiadores do presidente.
Os réus elencados na ação incluem Trump, o ex-procurador-geral interino Todd Blanche e o secretário do Tesouro Scott Bessent. Dunn e Hodges relatam ter recebido assédio e ameaças desde os ataques ao Capitol em 2021.
Desdobramentos da proposta e arguments legais
A Justiça afirma que o fundo seria gerido por uma comissão de cinco membros, todos nomeados por Blanche, para decidir a aplicação dos recursos. A Procuradoria não respondeu de imediato aos pedidos de comentário sobre a ação.
Blanche indicou que o fundo pode contemplar pessoas que se dizem vítimas de weaponização, sem restringir a adesão a filiação partidária. Ele afirmou que qualquer pessoa pode solicitar apoio, se se sentir prejudicada.
Dunn, ex-policial do Capitólio, e Hodges, policial em Washington, argumentam que o fundo pode financiar operações violentas de grupos que atacaram o Capitol. Ambos já se posicionaram publicamente sobre o episódio de 2021.
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