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Oficiais do 6 de janeiro buscam bloquear fundo de US$1,8 bi de Trump para insurgentes

Dois agentes do Capitólio processam a administração para bloquear fundo de 1,8 bilhões de dólares destinado a aliados de Trump, questionando legalidade e uso

US Capitol Police officer Harry Dunn, DC Metropolitan Police Department officer Daniel Hodges, DC Metropolitan Police Department officer Michael Fanone and US Capitol Police officer Sgt. Aquilino Gonell testify during the Select Committee investigation of January 6, 2021.
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  • Dois policiais que atuaram no Congresso em 6 de janeiro de 2021 processaram o presidente Donald Trump e o governo para impedir o novo fundo de 1,8 bilhão de dólares, criado para “antipoliciais” e aliados de Trump.
  • A ação, apresentada em 20 de maio em um tribunal federal de Washington, afirma que o fundo financia organizações paramilitares que ameaçaram os manifestantes naquele dia.
  • Os autores argumentam que o fundo representa risco à vida deles e deve ser dissolvido para evitar financiamento público a tais groups.
  • O governo criou um comitê de cinco integrantes, todos indicados pelo procurador-geral interino Todd Blanche, para decidir a distribuição dos recursos.
  • Blanche já afirmara que, em teoria, pode haver beneficiários entre defensores condenados de agressões a policiais, e Trump disse que o fundo visa reembolsar pessoas que teriam sido tratadas injustamente.

Two policiais que defenderam o Capitólio em 6 de janeiro de 2021 moveram ação contra o então presidente Donald Trump e autoridades da sua gestão. O objetivo é bloquear um fundo de 1,8 bilhão de dólares criado pela Justiça para supostamente combater a “weaponização”.

A ação, apresentada em 20 de maio em Washington DC, contesta a criação do fundo e o descreve como fonte de recursos para atacar rivais de Trump. Os demandantes afirmam que o mecanismo coloca suas vidas em risco ao incentivar violência de apoiadores do presidente.

Os réus elencados na ação incluem Trump, o ex-procurador-geral interino Todd Blanche e o secretário do Tesouro Scott Bessent. Dunn e Hodges relatam ter recebido assédio e ameaças desde os ataques ao Capitol em 2021.

Desdobramentos da proposta e arguments legais

A Justiça afirma que o fundo seria gerido por uma comissão de cinco membros, todos nomeados por Blanche, para decidir a aplicação dos recursos. A Procuradoria não respondeu de imediato aos pedidos de comentário sobre a ação.

Blanche indicou que o fundo pode contemplar pessoas que se dizem vítimas de weaponização, sem restringir a adesão a filiação partidária. Ele afirmou que qualquer pessoa pode solicitar apoio, se se sentir prejudicada.

Dunn, ex-policial do Capitólio, e Hodges, policial em Washington, argumentam que o fundo pode financiar operações violentas de grupos que atacaram o Capitol. Ambos já se posicionaram publicamente sobre o episódio de 2021.

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