- Odair Cunha tomou posse como ministro do Tribunal de Contas da União no dia 20, em cerimônia que contou com autoridades e integrantes do governo.
- Em seu discurso, ele defendeu uma “política” com P maiúsculo, dizendo que política transforma norma em justiça e que sem política a técnica fica no vazio.
- A indicação foi aprovada pelo Senado por 50 votos a 8; ele ocupa a vaga deixada por Aroldo Cedraz. O TCU é composto por nove ministros.
- Cunha é o primeiro ex-deputado federal e filiado ao PT a assumir o cargo no TCU.
- Durante a posse, o presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, reiterou o papel pedagógico da instituição e a necessidade de dialogar entre técnica e política; a cerimônia contou com Lula e chefias do Legislativo e ministros.
Odair Cunha tomou posse nesta quarta-feira, 20, como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A nomeação foi aprovada pelo Senado, por 50 votos a 8, para ocupar a vaga aberta por Aroldo Cedraz. O TCU tem nove ministros, com seis indicados pelo Congresso e três pelo Poder Executivo.
Em seu discurso, Cunha defendeu a ideia de política com “P maiúsculo”, ressaltando que a política transforma norma em justiça e auditoria em aprendizagem para gestores. Ele afirmou que técnica sem política seria “um exercício de precisão no vazio”.
A solenidade contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de autoridades do Senado, da Câmara e ministros de Estado. O presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, reiterou a importância de o tribunal atuar como ferramenta pedagógica, dialogando antes de punir.
Contexto institucional e atuação do TCU
Vital do Rêgo destacou o papel pedagógico do TCU e a necessidade de diálogo entre técnica e política. A Secretaria de Relações Institucionais, sob a gestão da presidência, atua como ponte entre o tribunal, o Executivo e o Legislativo, acompanhando agendas e debates.
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