- Dados de abril mostram queda na taxa de fertilidade nos EUA em 2025, com queda quase contínua desde dois mil e sete.
- A queda é em grande parte explicada pela redução de nascimentos entre adolescentes, enquanto nas últimas duas décadas houve aumento de nascimentos entre mulheres de 30 e 40 anos.
- Alguns conservadores questionam esse declínio e responsabilizam políticas de empoderamento feminino, alegando que mães não deveriam trabalhar em cargos altos.
- Katie Miller, casada com o deputy chief of staff de Donald Trump, reclamou da queda de gravidez entre adolescentes e associou a feminismo ao aumento do trabalho feminino.
- Também há críticas de outros autores conservadores e observações de que o aumento de nascimentos entre mulheres com ensino superior contrasta com a queda entre quem tem menos escolaridade.
O governo divulgou, em abril, dados que mostram nova queda na taxa de fertilidade dos EUA em 2025. A tendência é quase contínua desde 2007, com a possível estabilização prevista pela queda nas gestações entre adolescentes. Cresce, porém, a fecundidade entre mulheres de 30 e 40 anos.
Conservadores reagiram associando a queda a mudanças no mercado de trabalho. Eles citam que mulheres em cargos de alto nível deixam as famílias para trás, mantendo um discurso crítico à participação feminina no ambiente corporativo. A leitura, porém, não tem consenso entre especialistas.
Entre os críticos, destaca-se a figura de Katie Miller, esposa de um assessor sênior da Casa Branca, que questiona o uso de anticoncepcionais e defende a ideia de destino biológico voltado à maternidade. Outros analistas destacam que a queda envolve múltiplos fatores sociais.
Outros autores conservadores também atribuem a fim de gravidez teen a mudanças culturais, segundo newsletters sobre política familiar. O debate envolve termos como “girl boss”, definidos como mulheres universitárias e ambiciosas no campo profissional, em meio a versões distintas sobre o papel da mulher na família.
Dados adicionais indicam aumento de nascimentos entre mães com ensino superior, enquanto nas mães sem diploma houve queda. Pesquisas indicam que mulheres com educação superior têm maior probabilidade de estar empregadas, influenciando as tendências de fertilidade.
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