- A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara aprovou o Projeto de Lei 334/26, que cria o cordão roxo para identificação de pessoas com Alzheimer.
- O projeto, apresentado por Laura Carneiro, precisa passar por mais duas comissões antes de seguir para votação no Senado.
- O geriatra Leonardo Oliva elogiou a iniciativa e disse que a sinalização pode proteger pessoas com demência em espaços públicos, mas destacou a existência do cordão com girassóis para deficiências não visíveis.
- Ele reforçou que o cordão sozinha não basta e que há necessidade de treinamentos para quem lida com esses indivíduos em locais como aeroportos, rodoviárias, bancos e unidades de saúde.
O cordão roxo pode virar identificação de pessoas com Alzheimer. O Projeto de Lei 334/26 foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados na sexta-feira, 15 de agosto. A proposta, apresentada pela deputada Laura Carneiro, visa facilitar o reconhecimento de portadores de demência em espaços públicos para evitar conflitos.
O texto ainda precisa passar por mais duas comissões da Câmara antes de seguir para votação no Senado. O objetivo é ampliar a proteção de pessoas com demência em espaços coletivos, ampliando a identificação formal em locais públicos.
Avaliação de benefícios
O geriatra Leonardo Oliva, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, avalia positivamente a sinalização visual. Ele afirma que a identificação pode favorecer a proteção em ambientes públicos e que a proposta parece adequada.
Pontos de atenção e treinamento
Oliva ressalta que o cordão por si só não basta. É necessário um treinamento de pessoas que lidam com quem utiliza o dispositivo, especialmente em aeroportos, rodoviárias, bancos e unidades de saúde, para compreender o significado do cordão e agir de forma adequada.
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