- A defesa de Eduardo Tagliaferro protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido, na sexta-feira vinte e quatro de setembro de 2025, pela absolvição sumária do ex-assessor de Alexandre de Moraes e pela declaração de imparcialidade do ministro, que conduziu o caso ligado à Vaza Toga. Tagliaferro atuou no TSE entre dois mil e vinte e dois e dois mil e vinte e tres.
- O ex-assessor é alvo de investigação por supostas irregularidades, incluindo vazamento de mensagens de ex-assessores de Moraes; a Procuradoria-Geral da República (PGR) o acusa de violação de sigilo funcional e obstrução de investigação.
- A defesa sustenta que Moraes deve se declarar impedido, pois figura como “terceiro interessado” no processo, o que implicaria conflito de interesses.
- Nos autos, os advogados alegam graves irregularidades na apreensão do celular de Tagliaferro ocorrida em maio de dois mil e vinte e três, afirmando ruptura na cadeia de custódia pela Polícia Civil de São Paulo e acesso indevido a dados.
- Além disso, dizem que a investigação da Polícia Federal e a denúncia da PGR derivam de uma “árvore envenenada” de provas, defendendo que todas as evidências subsequentes sejam consideradas inadmissíveis.
A defesa de Eduardo Tagliaferro protocolou um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 24, solicitando a absolvição sumária do ex-assessor de Alexandre de Moraes. O pedido inclui a declaração de imparcialidade do ministro, que presidiu o caso que envolve a investigação da Vaza Toga. Tagliaferro atuou como assessor de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2022 e 2023.
O ex-assessor é investigado por supostas irregularidades, incluindo vazamento de mensagens de ex-assessores de Moraes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) o acusou de violação de sigilo funcional e obstrução de investigação, entre outras acusações. A defesa, representada pelos advogados Luiz Christiano Kuntz e Eduardo Kuntz, argumenta que Moraes deve se declarar impedido, pois figura como “terceiro interessado” no caso.
Irregularidades na Apreensão
Os advogados alegam que a apreensão do celular de Tagliaferro, ocorrida em maio de 2023, foi marcada por graves irregularidades. Segundo eles, a cadeia de custódia foi rompida pela Polícia Civil de São Paulo, resultando em acesso indevido a dados. A defesa sustenta que essa situação transformou Tagliaferro de um possível inocente a um réu, afirmando que ele é, na verdade, a primeira vítima do caso.
Além disso, a defesa destaca que a investigação da Polícia Federal e a denúncia da PGR são frutos de uma “árvore envenenada”, uma vez que as provas coletadas estão contaminadas por irregularidades na apreensão. O pedido de absolvição busca, assim, que todas as provas subsequentes sejam consideradas inadmissíveis.
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