Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, declarou em depoimento à Polícia Federal, no dia 19 de novembro de 2024, que o ex-presidente era seu “mundo”. Cid afirmou que sua “ação” estava centrada em Bolsonaro, mencionando que ouvia sobre grupos que desejavam a “cabeça do ministro” e outras ações. Ele destacou que “meios do […]
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, declarou em depoimento à Polícia Federal, no dia 19 de novembro de 2024, que o ex-presidente era seu “mundo”. Cid afirmou que sua “ação” estava centrada em Bolsonaro, mencionando que ouvia sobre grupos que desejavam a “cabeça do ministro” e outras ações. Ele destacou que “meios do Exército” estavam sendo utilizados em um suposto plano de golpe, embora não tenha recebido um plano formal.
No depoimento, Cid enfatizou que não estava ciente de um planejamento específico para ações contra o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. Ele afirmou: “Ninguém chegou com o plano, botou na mesa e falou: ‘Vamos prender o Lula e espionar'”. Cid também declarou que não fazia parte de nenhum grupo envolvido nas discussões e que não estava na lista de cargos que seriam criados posteriormente.
Além disso, Cid expressou incerteza sobre a participação de outras pessoas no suposto plano, afirmando: “Se tinham mais gente incluída, não sei”. Ele reiterou que não participou de nenhum planejamento detalhado e que sua relação era exclusivamente com o ex-presidente. Cid concluiu sua fala afirmando que não estava mentindo ou omitindo informações sobre sua atuação.
Essas declarações de Cid ocorrem em um contexto de investigações sobre possíveis tentativas de desestabilização do governo atual, levantando questões sobre a utilização de recursos militares em ações políticas. A situação continua a ser acompanhada pelas autoridades competentes.
Entre na conversa da comunidade