- Em coletiva na Cidade do México, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, tratou da prisão do jornalista francês Christophe Gleizes, detido na Argélia há dois anos por acusação de apologia ao terrorismo.
- A Fifa informou que credenciou Gleizes para a Copa do Mundo com o objetivo de apoiar sua liberdade, embora ele tenha sido condenado a sete anos de prisão no país.
- Gleizes trabalha para a revista So Foot e foi detido em maio de 2024, no país, ao visitar a Argélia para uma matéria sobre a história do clube Jeunesse Sportive de Kabylie nos anos 1980.
- A organização Repórteres Sem Fronteiras acusa a prisão de Gleizes de basear-se em acusações infundadas e lançou uma petição pela libertação do jornalista.
- A Copa do Mundo tem início nesta quinta-feira, com México versus África do Sul, no Estádio Azteca, às 16h (horário de Brasília).
A Fifa informou nesta quarta-feira, durante coletiva na Cidade do México, que credenciou o jornalista Christophe Gleizes para a Copa do Mundo com a finalidade de promover sua liberdade. Gleizes, correspondente da revista francesa So Foot, está preso na Argélia há dois anos sob acusação de apologia ao terrorismo.
A prisão de Gleizes ocorreu em maio de 2024, após ele viajar ao país para investigar a história do Jeunesse Sportive de Kabylie e suas glórias dos anos 1980. A organização é alvo de críticas de entidades de defesa da imprensa, que apontam inconsistências nas acusações e buscam a sua libertação.
A Federação Internacional de Futebol e a imprensa mundial acompanham o caso com atenção. A RSF, que defende Gleizes, pediu a libertação do jornalista e lançou uma petição pública para pressionar autoridades argelinas a conceder perdão presidencial.
A edição da Copa do Mundo tem início nesta quinta-feira, com a abertura entre México e África do Sul no Estádio Azteca, às 16h (horário de Brasília). A presença de Gleizes continua indefinida, e a Fifa não detalhou impactos diretos sobre a participação de profissionais estrangeiros presos.
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