- O New York Times revelou que Israel teria planejado instalar Mahmoud Ahmadinejad como chefe de um novo regime no Irã, substituindo os líderes atuais.
- Segundo as informações, houve até um ataque à entrada da casa onde Ahmadinejad estava em prisão domiciliar, para livrá-lo dos guardas; ele teria ficado ferido e rejeitou a proposta.
- A desconsiderável plausibilidade da ideia é ressaltada por especialistas, já que Ahmadinejad não detém influência sobre as Forças Armadas do Irã; surgem também boatos de uma possível colaboração com a CIA.
- O jornal acrescenta que Israel promovia a mudança de regime como forma de inviabilizar o programa nuclear iraniano, mesmo diante de resultados considerados insatisfatórios.
- Divergências entre os aliados dos EUA e de Israel também aparecem: Trump e Netanyahu discutem o curso de ação, com diálogo informando que ambos mantêm posições distintas sobre retomar ou não os bombardeios.
O New York Times publicou uma versão controversa sobre a guerra no Irã: a hipótese de que Israel pretendia lançar Mahmoud Ahmadinejad como chefe de um novo regime no Irã, ocupando lugar de figuras mortas no início do conflito. Segundo a matéria, houve até um ataque que atingiu a entrada da residência do ex-presidente, que estaria sob prisão domiciliar, com relatos de ferimentos e recusa de seguir a proposta.
A narrativa reforça dúvidas sobre a legitimidade de Ahmadinejad como possível líder, visto que ele não detém comando sobre as Forças Armadas iranianas. Especialistas lembram que o líder supremo Ali Khamenei permanece como referência do poder, o que tornaria a manobra improvável.
O texto também levanta a hipótese de Ahmadinejad ter ligações com a CIA, com comparações a outras figuras que supostamente atuam nos bastidores de governos, sem evidências públicas concomitantes. A reportagem, ao que se diz, cita fontes que foram informadas sobre o suposto plano.
O jornal destaca que, mesmo diante de tais relatos, a veracidade continua em disputa entre analistas e autoridades, diante do contexto de desfechos incertos da operação militar. A cobertura sustenta que o objetivo central da ação seria frear o programa nuclear bélico do Irã.
Paralelamente, o artigo descreve tensões entre os aliados dos EUA e de Israel. Donald Trump e Benjamin Netanyahu discutiram, segundo Channel 12, sobre a continuidade de bombardeios, com posições que divergem quanto ao ritmo de ações futuras.
O jornal também aponta que Trump elogiou a cooperação entre eles, mas que a situação permanece de alto risco e de incerteza sobre o que virá a seguir. A reportagem menciona ainda a avaliação de que os planos para promover uma mudança de regime não foram bem-sucedidos.
A cobertura reconhece a dificuldade de confirmar todos os fatos alegados, sobretudo diante de rumores que circulam em um momento de alta tensão regional. Diversos analistas destacam a complexidade de se aferir a veracidade de cada ponto apresentado pelo veículo.
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